quarta-feira, setembro 12, 2007

A lição do fogo


Após algumas semanas, o líder daquele grupo decidiu visitá-lo.
Era uma noite muito fria.
Um homem, que regularmente prestava serviços em um determinado grupo, sem nenhum aviso deixou de participar de suas atividades.
O líder encontrou o homem em casa, sozinho, sentado diante da lareira, onde ardia um
fogo brilhante e acolhedor.
Adivinhando a razão da visita, o homem deu as boas-vindas ao líder, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto, esperando.
No silêncio sério que se formara, apenas contemplavam a dança das chamas em torno das achas de lenha, que ardiam.
Ao cabo de alguns minutos, o líder examinou as brasas que se formaram e cuidadosamente selecionou uma delas, a mais incandescente de todas, empurrando-a para o lado.
Voltou então a sentar-se, permanecendo silencioso e imóvel.
O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e quieto.
Aos poucos a chama da brasa solitária diminuía, até que houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou-se de vez.
Em pouco tempo, o que antes era uma festa de calor e luz, agora não passava de um negro, frio e morto pedaço de carvão recoberto de uma espessa camada de fuligem acinzentada.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o protocolar cumprimento inicial entre os dois amigos.
O líder, antes de se preparar para sair, manipulou novamente o carvão frio e inútil, colocando-o de volta no meio do fogo.
Quase que imediatamente ele tornou a incandescer, alimentado pela luz e calor dos
carvões ardentes em torno dele.
Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse:
- Obrigado por sua visita e pelo belíssimo sermão. Estou voltando ao convívio do grupo.
Deus te abençoe!
Reflexão:

Aos membros de um grupo vale lembrar que eles fazem parte da chama e que longe do grupo eles perdem todo o brilho.
Aos lideres vale lembrar que eles são responsáveis por manter acesa a chama de cada um e por promover a união entre todos os membros, para que o fogo seja realmente forte, eficaz e duradouro.

A vida

"Por muito tempo eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade.
Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver, um trabalho não terminado, uma conta a ser paga.
Aí sim, a vida de verdade começaria.
Por fim, cheguei à conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade.
Essa perspectiva tem me ajudado a ver que...

...não existe um caminho para a felicidade.
A felicidade é o caminho!
Assim, aproveite todos os momentos que você tem.
E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo...
...e lembre-se que o tempo não espera ninguém.
Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade;

Ou...
Até que você volte para a faculdade;
...até que você perca 5 quilos...
...até que você ganhe 5 quilos;
até que você tenha tido filhos;
até que seus filhos tenham saído de casa;
...até que você se case;

Ou...
até que você se divorcie;
...até sexta à noite;
...até segunda de manhã;
até que você tenha comprado um carro

ou uma casa nova;
...até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos;
...até o próximo verão...
...outono...
...inverno...
até que você tenha terminado seu drink;...ou
até que você esteja sóbrio de novo;
...até que você morra;
E decida que não há hora melhor para ser feliz do que...
AGORA MESMO!!!
Lembre-se:
"Felicidade é uma viagem, não um destino".
"Quem tem um porquê viver, encontrará, quase sempre o como."
(Nietzche)

terça-feira, agosto 21, 2007

Eu nem sabia que tinha uma profissão

Uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carteira de motorista. Pediram-lhe para informar qual era a sua profissão. Ela hesitou, sem saber bem como classificar.
-“O que eu pergunto é se tem um trabalho”, insistiu o funcionário.
-“Claro que tenho um trabalho”, exclamou Anne. “Sou mãe”.
-“Nós não consideramos ‘mãe’, um trabalho.
-“Vou colocar ‘Dona de casa’, disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionaria de carreira, segura, eficiente, dona de um titulo sonante.
-“Qual é a sua ocupação?” Perguntou. Não sei o que me fez dizer isto; as palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora.
-“Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas”.
A funcionaria fez uma pausa, a caneta de tinta permanente apontar para o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem. Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.
Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.
-“Posso perguntar”, disse-me ela com novo interesse, “o que faz exatamente?”
Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me dizer:
-“Desenvolvo um programa à longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa).
-“Sou responsável por uma equipe ( minha família), e já recebi quatro projetos (todas meninas). Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda???), o qrau de exigência é em nível de 14 horas por dia (para não dizer 24 horas)”.
Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente me abriu a porta.
Quando cheguei em casa, com o titulo de minha carreira, fui recebida pela minha equipe: uma com 13 anos, outra com 7 anos e outra com 3 anos. Do andar de cima, pude ouvir o meu novo experimento (um bebê de seis meses), testando uma nova tonalidade de voz.
Senti-me triunfante! Maternidade... que carreira gloriosa!
Assim, as avós deviam ser chamadas “Doutora-Sênior” em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas”.
As bisavós: “Doutora-Exzecutiva-Sênior”. E as tias: “Doutora-Assistente”.
Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres mães, esposas, amigas e companheiras.
Doutoras na arte de fazer a vida”.

segunda-feira, agosto 20, 2007

Não faça isso moço!

A. Senge

Na estação de uma cidade holandesa havia um comboio, pronto para a partida. Dois estudantes vieram em desabalada corrida e saltaram num dos carros, carregando malas pesadas. Poucos minutos após, encontrava-se em animada palestra com um senhor muito alto, de meia-idade, que se achava no banco da frente, e que desde logo lhes granjeou a simpatia. Soube ele que ambos os jovens, ao começar o novo trimestre, pretendiam estudar em outra universidade, e acabavam de despedir-se de sua hospedeira.

Por muito tempo, disseram, tinham sido solicitamente hospedeiro por ela. Apenas achavam que era por demais piedosa. Ao despedirem-se dela, dera a cada um uma Bíblia de presente. O mais jovem tirou da pasta a Bíblia, e resmungou:

-Ora, que devo, afinal, fazer com isso? Deveria atirá-la pela janelinha?!

A fisionomia do senhor de idade anuviou-se.

–Não faça isso, moço! – Disse ele. –Isso lhe traria infelicidade, pode estar certo! Eu poderia contar-lhes a história de um homem que procedeu de maneira semelhante, e por um triz escapou de uma morte horrível. Não quero com isso dizer que Deus em todo o caos mande castigo como esse, mas de modo algum passará por alto um ato semelhante.
O mais velho dos moços perguntou, displicentemente:

-Que história é essa, à qual o senhor se referiu? Conhece esse homem?-
É de Amsterdam – respondeu o interpelado.

Naquela ocasião viajava como auxiliar do piloto, num navio mercante, na costa da América do Sul. Não se pode dizer que fosse homem mau, era apenas leviano. Além disso, bebia muito. Quando então seus camaradas ridicularizavam a fé, ele os acompanhava valentemente. Como motivo de seus ridículos muitas vezes lhe servia o cozinheiro de bordo. Era um indiano, homem forte e robusto, com o coração de criança. Chamavam-no José. Dizia-se que esse indiano havia se educado numa escola missionária. Não admirava que a tripulação zombasse dele...

Um dia achava-se o barco ancorado num porto das Índias Ocidentais. Passava-se de meio-dia, o navio havia terminado a descarga. No convés, parte do pessoal bebericava, enquanto observavam um tubarão, que perigosamente nadava por ali. Foi quando o auxiliar do piloto, já alegre com a bebida, teve um pensamento. Não recebera ele havia pouco, do dirigente de um ‘lar dos marinheiros’, uma Bíblia de presente? Naturalmente a aceitara, pois que outra coisa deveria fazer? Mas agora ela iria servir de alimento ao tubarão. Mais que depressa foi apanhá-la. Os companheiros de bebedeira saudaram com risadas o seu plano.

O carpinteiro de bordo arrumou até um pedaço de toucinho rançoso, para amarrá-lo com a Bíblia. Rindo, os homens estavam junto à amurada e acenavam para o tubarão. Mas este não lhes ligava. Aproximou-se vagarosamente, rodeou a isca como que desconfiado, e de novo se afastou. Risadas insolentes o seguiam.

-Ora vejam – gritou o primeiro maquinista – ele acha a Bíblia indigesta!Redobravam as caçoadas.De súbito, porém, aconteceu coisa imprevista. O auxiliar do piloto, que se inclinara demais sobre a amurada, perdeu o equilíbrio. Como uma pedra o bêbado caiu na água.Por um instante, profundo silêncio dominou a bordo. Emudeceram as blasfêmias. Então um grito de desespero atroou os ares. O homem caído na água apareceu à tona e nadou como um louco em direção da escada. O voraz tubarão já o descobrira e nadava em sua direção. Nada dera atenção alguma ao toucinho e ao Livro, mas aquela criatura viva, que se debatia como doido, parecia-lhe bom petisco.

Nesse instante surge o indiano, atraído pelos gritos. Notou as fisionomias contrafeitas dos que ali se achavam, e compreendeu imediatamente a situação. Já desde manhã cedo havia observado o tubarão. De um salto voltou para a cozinha, tomou um facão afiadíssimo, que pôs entre os dentes, e correu para a amurada. Viu o rosto angustiado do que se debatia na água e o tubarão que vinha deslizando em sua direção. No próximo segundo saltou por cima do gradil e lançou-se na água.O que aconteceu então, foi obra de poucos instantes. Desenrolou-se mais depressa do que se possa referir. O indiano mergulhou imediatamente e desapareceu sob a água. Como sombra aquele vulto corpulento avançou contra o tubarão. Este chegara a poucos metros de sua vítima. Começava já a virar-se de um lado, e tornou-se visível sua medonha dentadura – quando começou a girar violentamente sobre si mesmo, enquanto a água em volta se tingia de vermelho.

Um grito de incontida alegria rompeu da boca de dezessete marinheiros. Viram tudo: a faca mortífera se prendera na garganta do monstro, até o cabo. Este, assim ferido, fugiu precipitadamente. Junto ao costado do navio emergiu o indiano. Agarrou o náufrago, estarrecido de susto, e com ele nadou para a escada. Um minuto depois estavam a salvo, no convés.Então o homem se calou. Seus dois ouvintes estavam atentos.

-Maravilhoso! – exclamou o mais velho, entusiasmado.
–De certo o indiano já fizera vezes coisa semelhante...-
É possível – concordou o senhor. Existem pessoas que atacam o tubarão onde se encontra. Conheci dois deles. Um perdeu o braço esquerdo. Nosso indiano já tinha travado dois combates com eles, como viemos, a saber, depois.-sem duvida os marinheiros depois o festejaram muito...
-Efetivamente – volveu o interpelado, sorrindo.
–Tornou-se o herói do navio. Ninguém mais zombou de sua piedade. Aquele acontecimento fora uma pregação muda, mas impressionante, que o cozinheiro lhes fizera. Ninguém mais tolerou que alguém disse alguma coisa contra ele.

-De onde tirara aquele homem suas habilidades extraordinárias? – perguntou o mais moço. Creio que na escola missionária não se terá dado muita importância a performances esportivas!

-Já experimentei em minha vida – respondeu o interpelado – que o homem verdadeiramente crente em geral é capaz de realizar algo notável na vida, em vários setores. A comunhão íntima com Deus não impede as habilidades naturais. Ao contrario, ajuda a desenvolvê-las.

O estudante pôs-se meditativo por algum tempo. Afinal observou:
-O senhor nos relatou essa aventura tão vividamente, que estou para dizer que esteve presente. Porventura tomou parte no salvamento do naufrago?O rosto do narrador tornou-se sério.

-Não, caro jovem – disse ele vagarosamente e com ênfase. –Fui eu aquele que caiu de bordo. Agora o senhor acreditará, sem dúvida, que eu me achava autorizado a adverti-lo...
(Kraft und Licht, 16-7-1961).

terça-feira, agosto 07, 2007

Não estrague seu dia!

Não estrague seu dia
Sua irritação não solucionará nada
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que
Nem o tempo conseguirá fazer.

O seu mau humor não modificará a vida.
A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã
Sobre os bons e os maus.A sua tristeza não iluminará os caminhos
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais
Acrescentarão, nos outros, uma grama de simpatia
Por você

Não estrague seu dia.
Aprenda com sabedoria a desculpar infinitamente.
Reconstruindo sempre pelo infinito bem.

segunda-feira, agosto 06, 2007

Vazio...

É isto! É exatamente isto que você está sentindo agora! Finalmente alguém conseguiu expressar aquilo que você vem sentindo há tanto tempo... Solidão, que buraco enorme... É exatamente isto... Uma tristeza incontrolável que você nem sabe exatamente de onde vem. Um desânimo devastador, que te faz querer ficar só, e ao mesmo tempo sente falta da presença de pessoas amadas. Fica meditando nas coisas que você não tem, nem conseguiu ter, mesmo que tenha tido a oportunidade de conquistá-las, mas deixou escorrer pelas mãos... e agora se esquece do que tem. O que já conquistou já perdeu o valor, já perdeu a graça... É olhar para o nada, e sorrir disfarçadamente às pessoas que te rodeiam... que te rodeiam e sente exatamente o que você. Exatamente, e assim como você, ficam caladas, disfarçados, mascarados, enquanto o VAZIO vai tomando conta do espaço de vida que tem em você. Como um buraco negro, sem fundo, sem fim.

O que é isto? De onde veio? Que invasão é esta no coração dos seres humanos???
O medo toma conta, o choro estrangula o peito em uma engolida de razão x emoção... um grande nó na garganta, no peito, nos olhos, no coração...
Mas o pranto escondido, aquele grito calado que só Deus ouve, num canto reservado, onde “ninguém” te vê, então você pode expressar sua dor, mesmo que nem lágrimas contenham mais para escorrer sobre sua face...

SOCORRO..., é o som que ecoa lá de dentro deste imenso vazio.
PRECISO DE AMOR!!!
AAAAAAAHHHHHHHHHHH... O que estou dizendo? Não, não é isto! Sou crente,sou evangélico, sou Cristão, sou grato, e tenho o amor de Deus! Não posso aceitar estar sentindo isto, afinal, o que os outros crentes irão pensar de mim? E falarão coisas que não é verdade, não tem a ver comigo, eu sou mais que vencedor em Cristo Jesus, e tudo podem Naquele que me fortalece, etc, etc, etc.

Mas, a verdade, é que na verdade... Meu Senhor, lá se foi o “segredo”.
Por que Senhor? Por quê? Se tenho Jesus, por que me sinto tão só? Por que sou casada e me sinto tão só? Por que sou solteiro e me sinto tão só? Por que isto...? Por que aquilo...? Por quê? Por que... e me sinto tão só? Quantos “por quês” mais... É assim que você está se sentindo?

PRECISO SER AMADO! PRECISO DE CARINHO, PRECISO DE COLO! PRECISO DE ELOGIO! PRECISO DE ATENÇÃO! PRECISO DE TEMPO PARA VIVER MINHAS EMOÇÕES, MEUS SENTIMENTOS. PRECISO QUE PAREM DE ME ACUSAR, DE ME REGULAR, DE ME AMPUTAR...

Op’s... Amputar... Esta é uma palavra forte... Mas, mas, mas...
Hei, vamos lá, tenha coragem, grite e declare para o mundo o que você está sentindo! Liberte-se deste sufoco, desta caixinha de limites que colocaram em você...

GRITE!!!
SOCORROS ESTÃO AMPUTANDO MINHA VIDA!!! DESPEDAÇANDO MEU CORAÇÃO! ESTRAÇALHANDO MINHA ALMA! ESQUARTEJANDO MEU ESPÍRITO! E ACABANDO COM MEU CORPO... VOCÊS NÃO VÊEM? NÃO CONSEGUEM VER???
OLHEM PARA SI, EU, VOCÊ, O OUTRO, NÓS TODOS ESTAMOS CALADOS, E NOSSO CORPO ESTÁ FALANDO POR NÓS.

O que é a depressão? O estresse? A fadiga? A obesidade?A pressão alta? Anorexia? O acúmulo de afazeres? A correria sem fim...

DEFESAS!!!
MÁSCARAS QUE ESCONDEM UMA REALIDADE TÃO SECRETA E NÍTIDA!
Ah... bem disseram certa vez que o pior cego é aquele que não quer ver.
Sabe por quê?
Porque “o amor de muitos esfriariam”...

E sabe, assim como nosso corpo manifesta tais sintomas, o corpo de Cristo também reage, falando através do corpo também, com indiferenças, com divisões, disputas, concorrências, competição, maledicência, mentira, inveja, calúnia, ciúmes, intriga, placas, denominações e ministérios “x” que é melhor que o “y” ou pior, murmurações, difamação, fofocas, costumes, rachaduras, blasfêmia, discórdia, falação pelas costas, traição, quebra de alianças, apunhaladas, falsas profecias, engano, confusão, e muito mais... no que vem a resultar em uma grande “dor” em Cristo, que é o Cabeça da igreja. Conseguem compreender? Compreende o que estamos fazendo com o nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré?

Acabamos sendo uma dor de cabeça para Jesus, e não uma benção, Ele já tem que se preocupar com aqueles que ainda estão lá fora, nas mãos de satanás, e agora, seu corpo está padecendo.

Padecendo? Seu corpo? A igreja? A igreja está padecendo? O corpo de Cristo está padecendo? De novo? O corpo de Cristo está sendo crucificado... Mais uma vez. Já não bastam termos crucificado-O uma vez???

Seja realista. Pare e pense: Você realmente quer fazer jejum? Sente vontade de orar? Quer passar 52 dias intercedendo por outras vidas, sendo que sua vida não vai tão bem assim? Lê a palavra como come suas refeições diárias, saboreando-a com prazer? Medita? Luta? Guerreia? Ora em espírito e em verdade sem cessar? Vigia? Ama o próximo como a ti mesmo? Ama-se? Ama Jesus?

Ora, vamos lá, sejam sinceros consigo mesmo. O Deus Todo Poderoso está aqui, e sabe da sinceridade do seu coração.
O que fazemos, muitas vezes fazemos por causa de um pouquinho de esperança que ainda suspira em nossos corações. Ou por uma pequenina fé que unindo as pessoas, e o corpo de Cristo, “parece” aumentar.
Mas a palavra de Deus diz que tudo pode faltar... até a esperança e a fé... só não pode faltar o AMOR!
E o que você acha que está faltando na sua vida? O que você crê que precisa para preencher aquele vazio que começamos a falar lá em cima deste texto?
Querido, está faltando AMOR em sua vida, em minha vida, em SUA vida!

Amor? Faltando em minha vida? Claro que não, eu amo todo mundo igual.
Você acha que está fora desta?
O amor em seu coração também esfriou... Se não esfriou em seu coração, olhe ao seu redor, quantos com o amor frio... gelado... se é que não congelou.
Ninguém está feliz. Bem, tudo é bem relativo, pois a felicidade é um sentimento, que é brotado de acordo com ocasiões específicas... até aí tudo bem.
Mas nós, soldados de Cristo que estamos vivendo unicamente pela fé... Que aliás, que é como se deve viver.

Mas a fé sem obras é morta... por isso alguns continuam tentando prosseguir com a obra de Deus, mesmo com tantas dificuldades e obstáculos, mas continuam, persistem!
Mas no fundo, no íntimo do coração, o amor esfriou. Não a amor incondicional em nossos corações, a não ser em Deus... como sermos a imagem e semelhança do AMOR MAIS PURO E VERDADEIRO?

Ninguém é suficiente bom para ninguém, ninguém conhece ninguém, ninguém é sincero com ninguém... tudo fruto de interesses, ou aparências, ou estatus...

No meio evangélico? É!!! Exatamente! No meio evangélico também! Justamente aí, onde a palavra realmente está se cumprindo...

O que você deve fazer então?
A palavra sagrada nos ensina que Deus é amor. Se falta amor, falta Deus. Se Deus esfriou em sua vida, se amor esfriou em sua vida, é porque você está longe do braseiro. É uma brasa se apagando...
Se a comunhão do corpo de Cristo se reintegrar e se unir, ajuntar as brasas... o amor pode ser reaquecido, ou descongelado, e então, o espírito Santo de Deus poderá agir em nosso meio com fogo refinador e purificador, que nos traz a real imagem e semelhança de Deus! Seus olhos são como chama de fogo!!!

FOGO! FOGO! SOCORRO, FOGO!!! PRECISAMOS DE FOGO!!! SOCORRO! FOGO! FOGO! FOGO!

O povo de Deus, é o único povo que deve pedir socorro quando não há fogo... e se queimar nas labaredas com fortes, poderosas vivas chamas, para que nada impeça o fluir do Espírito Santo de Deus!
E preencha este vazio de ingratidão, nos aquecendo com seu AMOR INCONDICIONAL até transbordar. Oro porque creio, e trago a existência esta benção para Seu povo, pela fé, no nome pelo qual me foi dada autoridade neste mundo, que é acima de qualquer nome, Senhor Jesus Cristo de Nazaré!

quarta-feira, julho 25, 2007

O filho

Um homem muito rico e seu filho tinham grande paixão pelas artes.
Tinham de tudo em sua coleção, desde Picasso até Rafael. Muito unidos, se sentavam juntos para admirar as grandes obras de arte.
Por uma desgraça do destino, seu filho foi para guerra.
Foi muito valente mas morreu na batalha, quando resgatava outro soldado.
O pai recebeu a notícia e sofreu profundamente a morte de seu único filho.

Um mês mais tarde, alguém bateu à sua porta.
Era um jovem com uma grande tela em suas mãos e foi logo dizendo ao pai: "O senhor não me conhece, mas eu sou o soldado por quem seu filho deu a vida; ele salvou muitas vidas nesse dia e estava me levando a um lugar seguro quando uma bala lhe atravessou o peito, morrendo instantaneamente. Ele falava muito do senhor e de seu amor pelas artes."

O rapaz estendeu os braços para entregar a tela:
"Eu sei que não é muito, e eu também não sou um grande artista, mas sei também que seu filho gostaria que o senhor recebesse isto."

O pai abriu a tela. Era um retrato de seu filho, pintado pelo jovem soldado.
Ele olhou com profunda admiração a maneira com que o soldado havia capturado a personalidade de seu filho na pintura.
O pai estava tão atraído pela expressão dos olhos de seu filho, que seus próprios olhos encheram-se de lágrimas.

Ele agradeceu ao jovem soldado, e ofereceu- se para pagar-lhe pela pintura. "Não, senhor, eu nunca poderei pagar o que seu filho fez por mim! Essa pintura é um presente."
O pai colocou a tela à frente de suas grandes obras de arte, e a cada vez que alguém visitava sua casa, ele mostrava o retrato do filho, antes de Mostrar sua famosa galeria.

O homem morreu alguns meses mais tarde e se anunciou um leilão de todas as suas obras de arte.
Muita gente importante e influente chegou ao local, no dia e horário marcados, com grandes expectativas de comprar verdadeiras obras de arte.
Em exposição estava o retrato do filho.

O leiloeiro bateu seu martelo para dar início ao leilão:
"Começaremos o leilão com o retrato "O FILHO".
Quem oferece o primeiro lance? Quanto oferece por este quadro?"

Um grande silêncio...

Então um grito do fundo da sala:
"Queremos ver as pinturas famosas!!! Esqueça-se desta!!!”

O leiloeiro insistiu: "Alguém oferece algo por essa pintura?? R$100? R$200?..."
Mais uma vez outra voz: "Não viemos por esta pintura, viemos por Van Gogh, Picasso... Vamos às ofertas de verdade."
Mesmo assim o leiloeiro continuou...

"Quem leva O FILHO?"

Finalmente, uma voz: "Eu dou R$10 pela pintura."

Era o velho jardineiro da casa. Sendo um homem muito pobre, esse era o único dinheiro que podia oferecer.

"Temos R$10! Quem dá R$20?" gritou o leiloeiro.
As pessoas já estavam irritadas, não queriam a pintura do filho, queriam as que realmente eram valiosas para sua coleção.
Então o leiloeiro bateu o martelo: "Dou-lhe uma, dou-lhe duas, vendido por R$10!!!"

"Agora, vamos começar com a coleção!" gritou um.
O leiloeiro soltou seu martelo e disse:

"Sinto muito damas e cavalheiros, mas o leilão chegou ao eu final".
"Mas, e as pinturas?“ perguntaram os interessados.
"Eu sinto muito", disse o leiloeiro, "quando me chamaram para fazer o leilão, havia um segredo estipulado no testamento do antigo dono."
"Não seria permitido revelar esse segredo até esse exato momento.
Somente a pintura O FILHO seria leiloada; aquele que a comprasse, herdaria absolutamente todas as suas posses,inclusive as famosas pinturas."
O homem que comprou “O FILHO” fica com tudo !!! “

Reflexão:
Deus entregou seu único e amado filho, para morrer por nós numa cruz há 2000 anos atrás.
Assim, como o leiloeiro, a mensagem hoje é:
"Quem ama o Filho tem tudo com o Pai, e herdará suas riquezas."
Deus não mente. Ele é perfeito. Sua palavra nos deixa os Ensinamentos e as promessas para quem o ama.

Sua vida não é uma coincidência, é o reflexo do amor de Deus por ti , Filho.

quarta-feira, julho 18, 2007

Pensamentos...

“Termine cada dia como um projeto encerrado. Você fez o que você pode; algumas asneiras e absurdos se infiltraram pelo meio; esqueça-os o mais rápido possível. Amanhã é um novo dia; você pode começar tudo novamente com um novo espírito; não permita que o tropeço de ontem se torne uma barreira para o dia de hoje”
Ralph Waldo Emerson


“Quando uma porta se fecha, outra se abre; freqüentemente, porém permanecemos com nossos olhos postos na porta que se fechou, a ponto de nos impedir de ver a que está aberta diante de nós”
Alexandre Graham Bell

Amor extravagante

O relato da vida real que se segue, é o testemunho pessoal de um médico judeu.

“Trabalhei como cirurgião do exército dos Estados Unidos durante a Guerra Civil.
Após a batalha em Gettysburg chegaram ao hospital vários soldados feridos, entre eles Charlie Coulson.
Como Charlie era muito jovem para ser soldado, pois tinha 17 anos, alistara-se como tambor. Ele chegou com ferimentos graves, sendo necessário amputar-lhe um braço e uma perna.

Quando meus assistentes foram aplicar-lhe clorofórmio para a cirurgia, ele recusou-se e pediu para chamar-me e disse:
- Doutor, quando eu tinha 9 anos, dei meu coração a Jesus e desde aquele dia venho aprendendo a confiar Nele. Ele é minha força, Ele me sustentará enquanto o senhor estiver amputando meu braço e minha perna.

Então indaguei e pedi para que tomasse um pouco de conhaque. Mais uma vez ele respondeu:
- Doutor, quando eu tinha 5 anos, minha mãe se ajoelhou ao meu lado, pedindo a Jesus, para que eu nunca bebesse um gole de bebida alcoólica. Existe a possibilidade de eu morrer e ir para a presença de Deus. O senhor quer que eu chegue lá com bafo de conhaque?

Naquela ocasião, eu detestava Jesus, mas admirei a lealdade daquele rapaz com seu Salvador. Chamei então o Capelão, que conhecia bem o moço, pois este freqüentava as reuniões de oração.
Disse o Capelão:
- Charles, estou muito penalizado de vê-lo assim.
Respondeu Charlie ao Capelão:
- Ah, eu estou bem senhor. O doutor me ofereceu clorofórmio e conhaque, mas eu não aceitei, pois quero me apresentar ao meu Salvador em meu juízo perfeito.
-Talvez você não morra, disse o Capelão. Mas, se o Senhor o levar, você deseja que eu faça alguma coisa?
- Capelão, respondeu o jovem, escreva uma carta para minha mãe e diga que tenho lido a Bíblia todos os dias, e tenho orado sempre para que Ele a abençoe.
-Estou pronto doutor. Prometo que não vou nem gemer se o senhor não me der o clorofórmio.

Garanti-lhe que não aplicaria a droga, mas antes de pegar o bisturi, fui a saleta tomar um gole de conhaque. Quando peguei a serra para cortar o osso, o rapaz colocou a ponta do travesseiro entre os dentes e sussurrou:
-Ó Jesus, bendito Jesus! Fica ao meu lado agora.
O rapaz cumpriu o que prometera, não gemeu.

Naquela noite não dormi pensando no rapaz. Pouco depois da meia-noite, levantei-me e fui ao hospital. Assim que cheguei disse o enfermeiro:
-Dezesseis soldados morreram.
- E Charlie também? Indaguei.
- Não, dorme como um bebê. Por volta das 9 horas, o Capelão leu as escrituras para Charlie e ambos cantaram hinos de louvor. Não consigo entender doutor como uma pessoa sentindo tanta dor ainda era capaz de cantar, completou o enfermeiro.

Passados 5 dias desde que fora operado, Charlie me chamou e disse:
- É chegada a minha hora. Creio que não terei mais um dia de vida. Sei que é judeu, e não crê em Jesus, mas gostaria que ficasse ao meu lado e me visse morrer confiando em meu Salvador.
Tentei ficar, mas não consegui, pois aquele rapaz regozijava no amor daquele Jesus que eu detestava.

Passados 20 minutos o enfermeiro me procurou no consultório.
- Doutor, Charlie está morrendo e gostaria de vê-lo novamente.
Chegando ao quarto, Charlie pediu-me que segurasse em sua mão e disse:
- Doutor, amo o senhor porque é judeu. O melhor amigo que tive neste mundo foi um judeu.

Perguntei-lhe quem era esse amigo, e ele replicou:
-JESUS CRISTO. Quero apresentá-lo ao senhor antes de morrer. Enquanto o senhor me amputava, orei ao Senhor Jesus pedindo que manifestasse o seu amor ao senhor.
Essas palavras tocaram fundo em meu coração. Doze minutos depois ele dormiu seguro nos braços de Jesus.

Durante a guerra morreram centenas de soldados, mas só compareci ao sepultamento de Charlie Coulson.
As últimas palavras daquele rapaz me impressionaram muito. Possuía muitos bens materias, mas teria dado todo meu dinheiro para crer em Cristo como ele cria.
Contudo a fé é algo que o dinheiro não compra.

Pouco depois esqueci o sermão de Charlie, embora não conseguisse esquecer-me do próprio moço. Durante 10 anos lutei contra Cristo com todo ódio que tinha por Ele, até que afinal a oração de Charlie foi atendida.

Um ano e meio após a minha conversão fui a uma reunião de oração no Brooklyn, onde as pessoas davam seus testemunhos. Depois de várias pessoas falarem, levantou-se uma senhora idosa e disse:
- Estou com os pulmões muito doentes, pouco tempo me resta. É um imenso prazer saber que muito em breve me encontrarei com meu filho e com Jesus. O Charlie, além de soldado da pátria, foi também soldado de Cristo.

E ela continuou:
-Ele foi ferido em uma batalha, e ficou aos cuidados de um médico judeu que amputou-lhe um braço e uma perna. Morreu 5 dias após a operação. O Capelão escreveu-me uma carta relatando o que ocorrera entre meu filho e o médico em seus últimos momentos de vida.

Ao ouvi-la, não me contive. Levantei-me e fui correndo até ela. Apertei-lhe a mão e disse:
- Deus a abençoe, minha irmã! A oração do seu filho já foi atendida. Sou o médico judeu por quem o Charlie orou, e o Salvador dele agora é meu Salvador também. O amor de Jesus cativou minha alma. ”

Esse relato toca profundamente nosso coração. Vemos em Charlie Coulson quatro qualidades notáveis:
Convicção, Descanso, Amor e Compromisso.
Mas vemos ainda a fidelidade de Deus que honrou essas quatro atitudes dele.

Busquem ao Senhor enquanto é possível achá-lo; clamem por ele enquanto está perto. (Is 55:6)

Todo o que Nele confia jamais será envergonhado. (Rm 10:11)

Quem converte um pecador do erro do seu caminho, salvará a vida dessa pessoa e fará que muitíssimos pecados sejam perdoados. (Tg 5:20)

sábado, julho 07, 2007

Você me ama?


Um dia, levantei-me de manhã cedo para assistir ao nascer do sol. A beleza da criação divina estava além de qualquer descrição. Enquanto eu assistia, louvei a Deus pelo seu belo trabalho. Sentado ali, senti a presença de Deus comigo.Ele me perguntou:

VOCÊ ME AMA?
Eu respondi: Claro Deus! Você é meu Senhor e Salvador!

Então, Ele perguntou:
Se você tivesse alguma dificuldade física ainda assim me amaria?

Eu fiquei perplexo. Olhei para meus braços, pernas e para o resto do meu corpo e me perguntei quantas coisas eu não seria capaz de fazer, as coisas que eu dava por certas. E eu respondi:
Seria difícil, Senhor, mas eu ainda Te amaria.

Então o Senhor disse:
Se você fosse cego, ainda amaria a minha criação?

Como eu poderia amar algo sem a possibilidade de vê-lo? Então eu pesei em todas as pessoas cegas no mundo e quantas deles ainda amaram a Deus e Sua criação. Então respondi:
É difícil pensar nisto, mas eu ainda te amaria.

O Senhor então me perguntou:
Se você fosse surdo, ainda ouviria minha palavra?

Como eu poderia ouvir algo sendo surdo? Então eu entendi. Ouvir a palavra de Deus não é simplesmente usar os ouvidos, nos nossos corações. Eu respondi:
Seria difícil, mais ainda eu ouviria a Tua Palavra.

O Senhor então me perguntou:
Se você fosse mudo, ainda louvaria Meu Nome?

Como eu poderia louvar sem uma voz? Então me ocorreu: Deus quer que cantemos de toda a nossa alma e de todo o nosso coração. Não importa como possa parecer. E louvar a Deus não é sempre com uma canção, mas até quando estamos oprimidos... louvamos a Deus com nossas palavras de gratidão. Então respondi:
Embora eu não pudesse fisicamente cantar, eu ainda louvaria Teu Nome.

E o Senhor me perguntou:
Você realmente ME AMA?

Com coragem e forte convicção, eu respondi seguramente:
Sim, Senhor! Eu Te amo! Tu és o único e verdadeiro Deus!

Eu pensei Ter respondido bem, mas então Deus perguntou-me:
ENTÃO POR QUE PECAS?

Eu respondi:
Porque sou apenas um ser humano. Não sou perfeito.

“Então, por que em tempos de paz você vagueia ao longe? Por que somente em tempos de problemas você ora com o fervor que me agrada?”.

Sem respostas, somente lágrimas, o Senhor continuou:
‘Por que me louvas somente nas confraternizações, nas reuniões e nos retiros?
Por que me buscas somente nas horas de adoração?
Por que me pedes coisas tão egoístas?
Porque me fazes perguntas sem fé, filhos de homens?’

As lágrimas continuavam a rolar em minha face...

‘Por que você está com vergonha de mim? Achas que não? Por que, então, não estás espalhando as boas novas? Por que em tempos de opressão você chora a outros quando sou eu que te ofereço meu ombro? Por que crias desculpas quando lhe dou oportunidades de servir em meu nome?’

‘Você está abençoado com minha vida. Eu não lhe fiz para que jogasse este presente fora. Eu te abençoei com talentos pra me servir, mas você continua a se virar... Eu revelei minha palavra eterna a você, mas não vejo progredir no meu conhecimento... Eu falei contigo mas seus ouvidos estavam fechados... Eu te mostrarei minhas bênçãos, mas seus olhos se voltavam para outra direção... Eu te mandei servos, mas você se sentou ociosamente enquanto eles eram afastados... Eu ouvi tuas orações e as venho respondendo...’

Eu tentei responder, mas não havia respostas a serem dadas...

VOCÊ VERDADEIRAMENTE ME AMA?

Eu não pude responder, como eu responderia? Estava inacreditavelmente constrangido. Eu não encontrava desculpas. O que eu poderia dizer? Quando meu coração chorou e as lágrimas brotaram, eu disse:

Por favor, perdoe-me Senhor. Eu não sou digno de ser chamado teu filho...
Perdoe-me...

Ao que o Senhor respondeu:

‘Eis aí a minha graça, ó criança minha. Você é minha criança, e é assim que te vejo: Minha criança por quem morri. Nunca te abandonarei

segunda-feira, julho 02, 2007

A bolsa de água quente

Uma história real...

Essa tradução de uma história acontecida com uma missionária americana que atuava em pleno coração africano, nos revela um final emocionante... E como Deus se preocupa com a gente, e como a fé pode surpreender a gente
Certa noite eu estava fazendo de tudo para ajudar uma mãe em trabalho de parto. Apesar do esforço ela não resistiu e nos deixou com um bebê prematuro e uma filha de dois anos em prantos.

Era muito complicado manter o bebê vivo sem uma incubadora (não tínhamos eletricidade para ativar a incubadora). Também não tínhamos recursos adequados de alimentação.
Mesmo morando na linha do equador, as noites eram, frias com aragens traiçoeiras.
Uma das aprendizes de parteira foi buscar a caixa que reservávamos a tais bebês e os panos de algodão para envolvê-lo.

Uma outra, foi acender o fogo para aquecer uma chaleira com água, para a bolsa de água quente.
Sem demora, retornou desconsolada pois a bolsa disponível, havia rompido.Borracha estraga fácil em clima tropical. "Era nossa última bolsa", disse-me.
Assim como no ocidente se diz que "não adianta chorar sobre o leite derramado", na África Central poderia ser que “não adianta chorar sobre bolsas estragadas”. Elas não crescem em árvores, e não existem farmácias no meio das florestas...

"Muito bem", eu disse, coloque o bebê em segurança o mais próximo quanto possível do fogo e durmam entre a porta e o bebê para protegê-lo das rufadas de vento frio. Precisamos manter o bebê aquecido.

Na manhã seguinte, fui orar com as órfãs que se dispuseram a reunir comigo. Fiz uma série de sugestões que pudessem despertá-las a orar e, também, contei-lhes sobre o bebê.
Expliquei nossa dificuldade em manter o bebê aquecido, em função da única bolsa de água que havia estourado, e que o bebê poderia morrer de frio.
Mencionei a irmãzinha de 2 anos, que não parava de chorar, pela perda e ausência da mãe.

Durante as orações, uma das meninas de 10 anos, uma de nossas crianças africanas, orou:
“ Por favor, Deus, manda-nos uma bolsa de água quente. Amanhã talvez já vai ser tarde, Deus, porque o bebê pode não agüentar. Por isso, manda a bolsa ainda hoje, meu pai”
Enquanto eu ainda procurava recuperar o ar diante de tamanha demonstração de fé, ela acrescentou:
"E já que está cuidando disso, Deus, por favor, manda junto uma boneca para a irmãzinha dela, para que ela saiba que o senhor a ama de verdade.”

Fiquei em apuros. Eu poderia simplesmente dizer “Amém”. Eu, honestamente, não podia acreditar, que Deus atenderia àquele pedido. A bíblia nos ensina, que a fé, não tem limite.
O único jeito de realizar esse pedido, seria por encomenda à minha terra natal, via correio. Eu estou na África, há quatro anos e jamais havia recebido uma encomenda postal de casa. De qualquer forma, se alguém enviasse algo, mandaria uma bolsa de água quente? Eu morava na linha do Equador.

À tarde, durante uma aula da escola de enfermagem, veio um recado dizendo que um carro estacionara no portão de minha casa. Corri... Ao chegar em casa, o carro havia partido, mas deixara um pacote de 11 kg na varanda.
Chorei. Não consegui abrir o pacote sozinha, e pedi que algumas crianças do orfanato me ajudassem. Tudo foi feito com muito cuidado, para que nada fosse danificado. Os corações batiam forte.

Os olhos, acompanhavam arregaladamente cada ação. A camada de cima, era composta de roupas coloridas e cintilantes. O silêncio tomava conta, à medida que ia tirando as novidades. Havia ataduras para leprosos, caixinhas de uva-passa, farinha, que daria um gostoso bolo no fim de semana.
Quando pus as mãos de novo na caixa, pasmem... “Uma bolsa de água quente, novinha em folha”. Eu gritei ! Eu não havia feito nenhuma encomenda neste sentido. Ruth, que estava perto, saltou e começou a gritar:

“Se Deus mandou a bolsa, ele também mandou a boneca.”
Enfiando as mãos na caixa, procurava pela boneca. E lá estava ela . . . maravilhosamente vestida. Ruth nunca duvidara. Olhando para mim, perguntou:
Posso ir junto levar a boneca para aquela menina, para que ela saiba que Jesus também a ama muito?”

Este pacote estivera a caminho por 5 meses. Foi uma iniciativa da minha ex-professora de escola bíblica, que atendeu a voz do Senhor de enviar uma bolsa de água quente. Uma das meninas da turma, decidiu mandar junto uma boneca . . . cinco meses antes !!! Em resposta a uma oração, de outra menina de 10 anos que acreditou fielmente que Deus atenderia a sua oração, ainda naquela tarde.

“Eu darei a eles o que desejam, antes mesmo de Me pedirem.” (Is 65.24)

segunda-feira, junho 11, 2007

Tente ler sem chorar

Corri ao mercado para comprar uns presentinhos, que eu não havia conseguido comprar antes.
Quando eu vi todas aquelas pessoas no mercado, comecei a reclamar comigo mesma: Isto vai demorar a vida toda, e eu ainda tenho tantas coisas para fazer, outros lugares para ir.
Como eu gostaria de poder apenas me deitar, dormir e só acordar após tudo isso. Sem notar, eu fui andando até a seção de brinquedos, e lá eu comecei a bisbilhotar os preços, imaginando se as crianças realmente brincam com esses brinquedos tão caros.

Enquanto eu olhava a seção de brinquedos, eu notei um garoto de mais ou menos 5 anos pressionado uma boneca contra o peito.
Ele acarinhava o cabelo da boneca e olhava tão triste, e fiquei tentando imaginar para quem seria aquela boneca que ele tanto apertava.

O menino virou-se para uma senhora próximo à ele e disse:
Vovó, você tem certeza que eu não tenho dinheiro suficiente para comprar esta boneca?
A senhora respondeu: Você sabe que o seu dinheiro não é suficiente, meu querido!
E ela disse ao menino, que ele poderia ficar ali olhando os
brinquedos por 5 minutos, enquanto ela iria olhar outra coisa. O pequeno menino estava segurando a boneca em suas mãos.

Finalmente eu comecei a andar em direção ao garoto e perguntei para quem ele queria dar aquela boneca. E ele respondeu:
"Esta é a boneca que a minha irmã mais adorava, e queria muito ganhar. Ela estava tão certa que o Papai daria esta boneca para ela este ano.
"Eu disse: "Não fique tão preocupado, eu acho que ele irá dar a boneca para sua irmã."
Mas ele triste me disse: "Não, o Papai não poderá levar a boneca onde ela está agora. Eu tenho que dar esta boneca pra minha mãe, assim ela poderá dar a boneca à minha irmã, quando ela for lá."

Seus olhos se encheram de lágrimas enquanto ele falava: "Minha irmã teve que ir embora para sempre. O papai me disse que a mamãe também irá embora para perto dela em breve. Então eu pensei que a mamãe poderia levar a boneca com ela e entregar a minha irmã.".
Meu coração parou de bater.
Aquele garotinho olhou para mim e me disse: "Eu disse ao papai para dizer a mamãe não ir ainda. Eu pedi à ele que esperasse até eu voltar do mercado."
Depois ele me mostrou uma foto muito bonita dele rindo, e me disse:
"Eu também quero que a mamãe leve esta foto, assim ela também não se esquecerá de mim. Eu amo a minha mãe e gostaria que ela não tivesse que partir agora, mas meu pai disse que ela tem que ir para ficar com a minha irmãzinha."

Ai ele ficou olhando para a boneca com os olhos tristes e muito quietinho.
Eu rapidamente procurei minha carteira e peguei algumas notas e disse para o garoto: "E se nós contássemos novamente o seu dinheiro, só para termos certeza de que você tem o dinheiro para comprar a boneca?
Coloquei as minhas notas junto ao dinheiro dele, sem que ele percebesse, e começamos a contar o dinheiro.

Depois que contamos, o dinheiro iria dar para comprar a boneca e ainda sobraria um pouco.
E o garotinho disse: "Obrigado Senhor por atender o meu pedido e me dar o dinheiro suficiente para comprar a boneca"
Aí ele olhou para mim e disse: "Ontem antes de dormir eu pedi à Deus que fizesse com que eu tivesse dinheiro suficiente para comprar a boneca, assim a mamãe poderia levar a boneca.
Ele me ouviu ...e eu também queria um pouco mais de dinheiro para comprar uma rosa branca para minha mãe, mas eu não ousaria pedir mais nada à Deus.
E Ele me deu dinheiro suficiente para comprar a boneca e a rosa branca.
Você sabe, a minha mãe adora rosas brancas.

Uns minutos depois, a senhora voltou e eu fui embora sem ser notada.
Terminei minhas compras num estado totalmente diferente do que havia começado.
Entretanto não conseguia tirar aquele garotinho do meu pensamento.
Então lembrei-me de uma notícia no jornal local de dois dias atrás, quando foi mencionado que um homem bêbado numa caminhonete, bateu em outro carro, e que no carro estavam uma jovem senhora e uma menininha.
A criança havia falecido na mesma hora e a mãe estava em estado grave na UTI, e que a família havia decidido desligar as máquinas, uma vez; que a jovem não sairia do estado de coma. E pensei, será que seria a família daquele garotinho?

Dois dias após meu encontro com o garotinho, eu li no jornal que a jovem senhora havia falecido. Eu não pude me conter e sai para comprar rosas brancas fui ao velório daquela jovem .... Ela estava segurando uma linda rosa branca em suas mãos, junto com a foto do garotinho e com a boneca em seu peito.
Eu deixei o local chorando, sentindo que a minha vida havia mudado para sempre. O amor daquele garotinho por sua mãe e irmã continua gravado em minha memória até hoje. É difícil de acreditar e imaginar que numa fração de segundos, um bêbado tenha tirado tudo daquele pequeno garotinho.

*Autor desconhecido

quinta-feira, junho 07, 2007

A vista da janela

Dois homens, seriamente doentes, ocupavam o mesmo quarto em um hospital.

Um deles ficava sentado em sua cama por uma hora todas as tardes para conseguir drenar o líquido de seus pulmões. Sua cama ficava próxima da única janela existente no quarto. O outro homem era obrigado a ficar deitado de bruços em sua cama por todo o tempo.

Eles conversavam muito. Falavam sobre suas mulheres e suas famílias, suas casas, seus empregos, seu envolvimento com o serviço militar, onde eles costumavam ir nas férias. E toda tarde quando o homem perto da janela podia sentar-se ele passava todo o tempo descrevendo ao seu companheiro todas as coisas que ele podia ver através da janela. O homem na outra cama começou a esperar por esse período onde seu mundo era ampliado e animado pelas descrições do companheiro.

Ele dizia que da janela dava pra ver um parque com um lago bem legal. Patos e cisnes brincavam na água enquanto as crianças navegavam seus pequenos barcos. Jovens namorados andavam de braços dados no meio das flores e estas possuiam todas as cores do arco-íris. Grandes e velhas árvores cheias de elegância na paisagem, e uma fina linha podia ser vista no ceu da cidade.

Quando o homem perto da janela fazia suas descrições, ele o fazia de modo primoroso e delicado, com detalhes e o outro homem fechava seus olhos e imaginava a cena pitoresca.

Dias e semanas passaram-se. Em uma manhã a enfermeira do dia chegou trazendo água para o banho dos dois homens mas achou um deles morto. O homem que ficava perto da janela morrera pacificamente durante o seu sono à noite. Ela estava entristecida e chamou os atendentes do hospital para levarem o corpo embora.

Assim que julgou conveniente, o outro homem pediu à enfermeira que mudasse sua cama para perto da janela. A enfermeira ficou feliz em poder fazer esse favor para o homem e depois de verificar que ele estava confortável deixou-o sozinho no quarto.

Vagarosamente, pacientemente, ele se apoiou em seu cotovelo para conseguir olhar pela primeira vez pela janela. Finalmente, ele poderia ver tudo por si mesmo. Ele se esticou ao máximo, lutando contra a dor para poder olhar através da janela e quando conseguiu fazê-lo deparou-se com um muro todo branco. Ele então perguntou à enfermeira o que teria levado seu companheiro a descrever-lhe coisas tão belas, todos os dias se pela janela só dava pra ver um muro branco?

A enfermeira respondeu que aquele homem era cego e não poderia ver nada mesmo que quisesse.

Talvez ele só estivesse pensando em distraí-lo e alegrá-lo um pouco mais com suas histórias.

Moral da história:
Há uma tremenda alegria em fazer outras pessoas felizes, independente de nossa situação atual. Dividir problemas e pesares é ter metade de uma aflição, mas felicidade quando compartilhada é ter o dobro de felicidade. Se você quer se sentir rico, apenas conte todas as coisas que você tem e que o dinheiro não pode comprar.

Hoje é um presente e é por isso que é chamado assim.

sábado, maio 05, 2007

Uma história de amor

Era uma vez uma ilha onde moravam todos os sentimentos.
-a ALEGRIA;
-a TRSTEZA;
-e todos os outros sentimentos, por fim o AMOR.
Mas um dia foi avisado aos moradores que aquela ilha afundaria.
Todos os sentimentos se apressaram para sair da ilha, pegaram seus barcos e partiram, mas o AMOR, ficou, pois queria ficar mais um pouco com a ilha antes que ela se afundasse.
Quando por fim, estava quase se afogando, o AMOR começou a pedir ajuda.
Nisso vinha a riqueza. E o AMOR disse:
-RIQUEZA, leve-me com você!
-Não posso, há muito ouro e prata no meu barco, não há lugar para você.
Ele pediu ajuda á vaidade que também vinha passando...
-VAIDADE, por favor, ajude-me.
-Não posso ajudar, AMOR. Você está todo molhado e poderia estragar meu barco novo!
Então o AMOR pediu ajuda à TRISTEZA:
-TRISTEZA, me deixe ir com você?
-Ah AMOR! Estou tão triste que prefiro ir sozinha.
Também passou a ALEGRIA, mas ela estava tão alegre que nem viu o AMOR chamar.
Desesperado, o AMOR começou a chorar, foi quando uma voz lhe chamou:
-Venha AMOR, eu levo você.
Era um velhinho, mas o AMOR ficou tão feliz que esqueceu de perguntar seu nome.
Chegando do outro lada da margem, ele perguntou à SABEDORIA.
-SABEDORIA, quem era aquele velhinho que me trouxe aqui?
A SABEDORIA respondeu:
-O TEMPO.
-O TEMPO? Mas porque só o TEMPO me trouxe?
-Porque só o TEMPO é capaz de ajudar e entender um grande AMOR.

terça-feira, maio 01, 2007

Estrela de prata

Já faz muito tempo, existia um hotel chamado ESTRELA DE PRATA. O dono do hotel era muito caprichoso e higiênico. Esforçava-se muito para que o hotel fosse o mais confortável possível. Os seus preços não eram nada caros. Mas o problema é que ninguém entrava naquele hotel. Volta e meia um ou outro hóspede, mas que não dava para seguir tocando adiante o negócio.

Já desesperado, sem saber o que fazer, o dono do hotel foi consultar um velhinho sábio que morava por ali.

O velhinho sábio lhe disse: “É muito fácil resolver o seu problema. A única coisa que o senhor deve fazer é mudar o nome do hotel.”

- Impossível, disse o dono do hotel. Esse nome já é tradição. Já é um nome conhecido em todo o estado, disse o dono do hotel.

- Se queres meu conselho, muda o nome para OS CINCO SINOS e pendura seis sinos na frente da porta. O senhor vai ver como o movimento vai aumentar, disse o velhinho.

- Seis sinos, mas isso parece um absurdo. Para que vai adiantar isso? perguntou o dono do hotel.

- Faz a experiência e verás, respondeu o velhinho sábio.

Quando o dono do hotel chegou em casa, fez o que o velhinho lhe havia dito. E aconteceu o seguinte: Todo viajante que passava diante do hotel entrava para advertir ao dono do hotel sobre o erro de chamar-se o hotel chamar-se OS CINCO SINOS e ter pendurados seis sinos. Uma vez dentro do hotel, os viajante ficavam impressionados com a cordialidade, a limpeza e os baixos preços e resolviam passar a noite ali mesmo.

O negócio deu tão certo que quase todas as noites o hotel estava quase lotado de viajantes que nele entravam para avisar o dono do erro.

Muitas pessoas gostam muito de corrigir os erros dos outros.

sábado, abril 28, 2007

O Anel


- Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem-me que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?
O professor, sem olhá-lo, disse:
- Sinto muito meu jovem, mas não posso te ajudar, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois.
E fazendo uma pausa, falou:
- Se você me ajudasse, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e depois talvez possa te ajudar.
- C...claro, professor, gaguejou o jovem, que se sentiu outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor. O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao garoto e disse:
- Monte no cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porquetenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.
O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.
Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação e seu professor e assim podendo receber ajuda e conselhos. Entrou na casa e disse:
- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.
- Importante o que disse, meu jovem, contestou sorridente o mestre. - Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vendê-lo e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.
O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou-o com uma lupa, pesou-o e disse:
- Diga ao seu professor, se ele quiser vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.
O jovem, surpreso, exclamou:
- 58 MOEDAS DE OURO!!!
- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo poderia oferecer cerca de 70 moedas , mas se a venda é urgente...
O jovem correu emocionado para a casa do professor para contar o que ocorreu.
- Sente-se, disse o professor, e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:
- Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. E que só pode ser avaliada por um expert. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor???
E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.
- Todos somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos pelos mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.
QUANTO VOCÊ VALE???

A rebelião contra o estômago

Uma vez um homem sonhou que suas mãos, pés, boca e cérebro começaram todos a se rebelar contra estômago.
- Sua lesma imprestável! - as mãos disseram - Nós trabalhamos o dia inteiro, serrando, martelando, levantando e carregando. De noite estamos cobertas de bolhas e arranhões, nossas juntas doem e ficamos cheias de sujeira. Enquanto isso, você só fica aí sentado, pegando a comida toda!
- Nós concordamos! - gritaram os pés - Pense só como nos desgastamos, andando para lá e para cá o dia inteiro. E só fica se entupindo, seu porco ganancioso, cada vez mais pesado para a gente carregar.
- Isso mesmo! - choramingou a boca - De onde você pensa que vem toda a comida que você tanto ama? Eu é que tenho que mastigar tudo; e logo que termino, você suga tudo aí para baixo, só para você. Você acha que isso é justo?
- E eu? - gritou o cérebro - Você acha que é fácil ficar aqui em cima,tendo que pensar de onde vai vir a sua próxima refeição? E ainda por cima, não ganho nada pelas minhas dores todas.
Uma por uma, as partes do corpo aderiram às reclamações contra o estômago, que não disse coisa alguma.
- Tenho uma idéia - o cérebro finalmente anunciou. - Vamos todos nos rebelar contra essa barriga preguiçosa e parar de trabalhar para ela.
- Soberba idéia! - todos os outros membros e órgãos concordam - Vamos lhe ensinar como nós somos importantes, seu porco. Assim, talvez você também acabe fazendo algum trabalho.
E todos pararam de trabalhar. As mãos se recusaram a levantar ou carregar coisas. Os pés se recusaram a andar. A boca prometeu não mastigar nem engolir nem um bocadinho. E o cérebro jurou que não teria mais nenhuma idéia brilhante. No começo, o estômago roncou um pouco, como sempre fazia quando estava com fome. Mas depois ficou quieto.
Nesse ponto, para surpresa do homem que sonhava, ele descobriu que não conseguia andar. Não conseguia segurar nada nas mãos. Não conseguia nem abrir a boca. E de repente, começou a se sentir bem doente.
O sonho pareceu durar vários dias. A cada dia que passava, o homem se sentia cada vez pior.
- É melhor que essa rebelião não dure muito - ele pensou - senão vou morrer de inanição.
Enquanto isso, mãos, pés, boca e cérebro só ficavam à toa, cada vez mais fracos. No início, se agitavam só um pouquinho, para escarnecer do estômago de vez em quando; mas pouco depois não tinham mais energia nem para isso.
Por fim, o homem ouviu uma vozinha fraca vinda da direção dos pés.
- Pode ser que estivéssemos enganados - eles diziam. - Talvez o estômago estivesse trabalhando o tempo todo, ao jeito dele.
- Estava pensando a mesma coisa - murmurou o cérebro. - É verdade que ele fica pegando a comida toda. Mas parece que ele manda a maior parte de volta para nós.
- Devemos admitir nosso erro - disse aboca. - O estômago tem tanto trabalho a fazer quanto as mãos, os pés, o cérebro e os dentes.
- Então, vamos todos voltar ao trabalho - gritaram juntos. E, nisso, o homem acordou.
Para seu alívio, descobriu que os pés estavam andando de novo. As mãos seguravam, a boca mastigava e o cérebro agora conseguia pensar com clareza. Começou a se sentir muito melhor.
- Bem, eis aí uma lição para mim - ele pensou, enquanto enchia o estômago de café e pão com manteiga, de manhã. - Ou funcionamos todos juntos, ou nada funciona mesmo.

sábado, abril 14, 2007

O lenhador e a raposa


Em algum lugar, existia um lenhador que acordava às seis horas da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite.

Esse lenhador tinha um filho lindo, de poucos meses, e uma raposa, sua amiga, que era tratada por ele como bicho de estimação, de sua total confiança.

Todos os dias, o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho.

Todas as noites, ao retornar do trabalho, encontrava a raposa feliz com sua chegada.

Os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem e portanto, não era confiável e quando ela sentisse fome comeria a criança.

O lenhador, sempre retrucando aos vizinhos, falava que isso era uma bobagem.

A raposa era sua amiga.Os vizinhos insistiam: “lenhador abra os olhos! A raposa vai comer seu filho. Quando ela sentir fome, vai comer seu filho!”

Um dia o lenhador, ao chegar em casa exausto do trabalho e muito cansado desses comentários, viu a raposa sorrindo como sempre, com a boca totalmente ensangüentada.

O lenhador suou frio e, sem pensar duas vezes, acertou o machado na cabeça da raposa.

Ao entrar no quarto, desesperado, encontrou seu filho no berço, dormindo tranqüilamente e, ao lado do berço uma cobra morta...

O lenhador enterrou o machado e a raposa juntos.

Naquele lugar nasceu uma linda árvore que jamais seria cortada.

“Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito. Siga sempre o seu caminho, não se influencie por opinião alheia. Muitas vezes a inveja do outro faz com que a sua confiança, a sua amizade e o seu sentimento o levem a decisões precipitadas.”

O quadro


Durante meses e meses vivia um célebre pintor executando uma maravilhosa obra.

Era realmente grandiosa e com esmero profissional ele ia dando os últimos retoques de artista.

Dia após dia ele ia pensando sobre a fama que o quadro lhe havia de dar.

Seria glorificado pelos grandes mestres, seu nome figuraria entre os pintores de renome, sua vida seria de gente abastada.

Sim, sua fama seria grande entre os grandes.

Um dia ele pôs o quadro sobre um andaime bem alto, retocando aqui e acolá a lindíssima obra de arte.

Junto dele estava um amigo que observava o grande trabalho e também as maneiras do artista.

Embebido pela beleza, arte e perfeição, ele foi olhando, olhando, admirando sua grande realização, afastando cada vez mais do quadro e aproximando-se mais do fim do andaime e da queda certa.

Quando chegou o momento que um pouco apenas o faria cair do andaime, o amigo que estava ali, perto do grande quadro, pulou rapidamente e passou a mão sobre o quadro ainda molhado, estragando toda sua arte e beleza.

Com um pulo à frente ele agarra o amigo, dizendo: “o que fizeste?”

“Salvei sua vida”, respondeu calmamente o amigo.

“Estavas tão orgulhoso de sua própria obra que andando para trás não vias que com um passo mais terias caído do andaime e talvez perdido a vida.

A única coisa que pude fazer foi estragar a tua obra e assim salvar sua vida.”

sábado, abril 07, 2007

Deus é fiel

Após um naufrágio, o único sobrevivente agradeceu a Deus, por estar vivo e ter conseguido agarrar-se a uma parte dos destroços para ficar boiando.

Este único sobrevivente foi parar em uma ilha desabitada e fora de qualquer rota de navegação, e ele agradeceu novamente.

Com muita dificuldade e restos dos destroços, conseguiu montar um pequeno abrigo que pudesse se proteger do sol, da chuva, de animais e para guardar seus poucos pertences, e como sempre agradeceu.

Nos dias seguintes, a cada alimento que conseguia caçar ou colher, ele agradecia.

No entanto um dia voltava da busca por alimentos, ele encontro o seu abrigo em chamas, envolto em altas nuvens de fumaça.

Terrivelmente desesperado ele se revoltou, gritava chorando:“Pior aconteceu! Perdi tudo! Deus porque fizeste isso comigo?”

Chorou tanto, profundamente cansado. No dia seguinte bem sedo, foi despertado pelo som de um navio que se aproximava.

“Viemos resgatá-lo” disseram.

“Como souberam que eu estava aqui? Perguntou ele”.

“Nós vimos o sinal de fumaça!”

É comum sentimo-nos desencorajados quando as coisas vão mal. Mas Deus age em nosso beneficio, mesmo nos momento de dor e sofrimento.
Lembre-se: Se algum dia o seu único abrigo estiver em chamas, esse pode ser o sinal de fumaça que fará chegar até você a Graça Divina.

Vitral

Numa grande catedral de certa cidade antiga, havia um vitral considerado verdadeira maravilha. De grandes distâncias em redor vinham o povo em peregrinação para contemplar o esplendor dessa obra de arte.
Um dia, porém, sobreveio naquele lugar terrível tempestade, que forçou a janela, partindo-se o famoso vitral em milhares de pedaços.
Grande foi o desgosto do povo em face do desastre que vinha privar a cidade da obra de arte que lhe constituía o maior orgulho. Ajuntaram os fragmentos numa caixa depositando-a num compartimento.
Passaram-se tempos, e eis que um dia ali chega um estrangeiro, pedindo com empenho permissão de visitar a famosa janela. Contaram o triste fim que lhe coubera. Indagando quanto ao destino dos fragmentos, levaram-no a vê-los.
-Tereis qualquer objeção a fazer, se eu vo-los pedisse? – perguntou o estranho.
-Pode levá-los – responderam-lhe. – Já não nos são de utilidade alguma.
O visitante ergueu cuidadosamente a caixa, carregando-a consigo. Passaram-se semanas e, um dia, chegou às mãos dos guardiões da catedral um certo convite. Vinha da parte de um célebre artista, famoso por sua habilidade em trabalhos de vidraria. Convidando-os à sua oficina de arte a fim de apreciarem um vitral, obra de seu gênio.
Ao entrarem eles, o artista os conduziu diante de uma grande tela. Puxando uma corda, eis que lhe oferece à contemplação um vitral que sobrepujava em beleza a tudo quanto seus olhos já haviam contemplado.
Ao admirarem o maravilhoso desenho, e a perfeita mão-de-obra, disse o artista: -O que aí vedes fiz com os fragmentos que me destes do velho vitral partido, e ei-lo agora pronto para ser recolocado.

Jesus Cristo é o incomparável reparador da vida. Tomará a existência despedaçada, moldando com os fragmentos outra mais bela do que qualquer que jamais conseguiríeis fazer, se ela não tivesse partido.
Quando os seus planos falham, nem tudo está perdido. Jesus pode fazer dos fragmentos da sua vida cheia de ilusões um cidadão dos seus ideais não realizados e completar uma existência cheia de bálsamos à humanidade.

terça-feira, abril 03, 2007

Meu pai é o piloto


O homem observou o menino sozinho na sala de espera do aeroporto aguardando seu vôo.

Quando o embarque começou, o menino foi colocado na frente da fila, para entrar e encontrar seu assento antes dos adultos.

Ao entrar no avião, o homem viu que o menino estava sentado ao lado se sua poltrona.

O menino foi cortês quando puxou conversa com ele e, em seguida, começou a passar o tempo colorindo um livro.

Não demonstrava ansiedade ou preocupação com o vôo enquanto as preparações para a decolagem estavam sendo feitas.

Durante o vôo, o avião entrou numa tempestade muito forte, o que fez que ele balançasse como uma pena ao vento.

A turbulência e as sacudidas bruscas assustaram alguns passageiros.

Mas o menino parecia encarar tudo com a maior naturalidade.

Uma das passageiras, sentada do outro lado do corredor, ficou preocupada com aquilo tudo e perguntou ao menino:

- Você não está com medo?

- Não senhora, não tenho medo, ele respondeu, levantando os olhos rapidamente de seu livro de colorir. MEU PAI É O PILOTO!

Existem situações em nossa vida que lembram um avião passando por uma forte tempestade.
Por mais que tentemos, não conseguimos nos sentir em terra firme.
Temos a sensação de que estamos pendurados no ar sem nada a nos sustentar, a nos segurar, em que nos apoiarmos, e que nos sirva de socorro.
Nestas horas devemos lembrar com serenidade e confiança que:
NOSSO “PAI” É O PILOTO!

Texto: Meu Pai é o Piloto, do livro Silent Strength for My Life, de Loyde John Ogilvie

O Poço e a Pedra

Um monge peregrino caminhava por uma estrada quando, do meio da relva alta, surgiu um homem jovem de grande estatura e com olhos muito tristes.

Assustado com aquele aparecimento inesperado, o monge parou e perguntou se poderia fazer algo por ele.

O homem abaixou os olhos e murmurou envergonhado: "sou um criminoso, um ladrão. Perdi o afeto de meus pais e dos meus amigos. Como quem afunda na lama, tenho praticado crime após crime. Tenho medo do futuro e não sinto sossego por nenhum instante. Vejo que o senhor é um monge, livre-me então desse sofrimento, dessa angústia!"- pediu ajoelhando-se.

O monge, que ouvira tudo em silêncio, fitou os olhos daquele homem e alguns instantes depois disse: "estou com muita sede. Há alguma fonte por aqui?"

Com expressão de surpresa pela repentina pergunta, o jovem respondeu: "sim, há um poço logo ali, porém nele não há roldana, nem balde. Tenho aqui, no entanto, uma corda que posso amarrar na sua cintura e descê-lo para dentro do poço. O senhor poderá tomar água até se saciar. Quando estiver satisfeito, avise-me que eu o puxarei para cima."

O monge sorrindo aceitou a idéia e logo em seguida encontrava-se dentro do poço.
Pouco depois, veio a voz do monge: "pode puxar!"

O homem deu um puxão na corda empregando grande força, mas nada do monge subir
Era estranho, pois parecia que a corda estava mais pesada agora do que no início
Depois de inúteis tentativas para fazer com que o monge subisse, o homem esticou o pescoço pela borda, observou a semi-escuridão do interior do poço para ver o que se passava lá no fundo.
Qual não foi sua surpresa ao ver o monge firmemente agarrado a uma grande pedra que havia na lateral.

Por um momento ficou mudo de espanto, para logo em seguida gritar zangado: "hei, que é isso?
O que faz o senhor aí? Pare já com essa brincadeira boba! Está escurecendo, logo será noite. Vamos, largue essa rocha para que eu possa içá-lo."

De lá de dentro o monge pediu calma ao rapaz, explicando:

"Você é grande e forte, mas mesmo com toda essa força não consegue me puxar se eu ficar assim agarrado a esta pedra. É exatamente isso que está acontecendo com você. Você se considera um criminoso, um ladrão, uma pessoa que não merece o amor e o afeto de ninguém. Encontra-se firmemente agarrado a essas idéias. Desse jeito, mesmo que eu ou qualquer outra pessoa faça grande esforço para reerguê-lo, não vai adiantar nada."

"Tudo depende de você. Somente você pode resolver se vai continuar agarrado ou se vai se soltar. Se quer realmente mudar, é necessário que se desprenda dessas idéias negativas que o vêm mantendo no fundo do poço."

"Desprenda-se e liberte-se."

sábado, março 31, 2007

As estrelas e os cometas


Há pessoas estrelas e há pessoas cometas.
Os cometas passam. Apenas são lembrados pelas datas que passam e retornam.
As estrelas permanecem! O sol permanece. Passam anos, milhões de anos e as estrelas permanecem.
Há muita gente cometa. Passa pela vida da gente apenas por instantes. Gente que não prende ninguém e a ninguém se prende. Gente sem amigos, gente que passa pela vida sem iluminar, Sem aprender, sem marcar presença.
Importante é ser estrela! Estar junto. Ser luz. Ser calor. Ser vida.
Amigo é estrela!
Podem passar os anos, podem surgir distancias, mas a marca fica no coração. Coração que não quer enamorar-se de cometas, que apenas atraem olhares passageiros.Ser cometa é ser companheiro por instantes, explorar os sentimentos humanos, ser aproveitador das pessoas e das situações, fazer-se acreditar ao mesmo tempo.Solidão é o resultado de uma vida cometa. Ninguém fica, todos passam.
Há necessidades de criar um mundo de estrelas. Todos os dias poder contar com elas e poder sentir sua luz e calor.
Assim são os amigos, estrelas na vida da gente. São coragem nos momentos de tensão.
São luz no momento de desânimo.
Ser estrela neste mundo passageiro, neste mundo cheio de pessoas cometas é um desafio, mas acima de tudo, uma recompensa. Recompensa de ter sido luz para muitos amigos, ter sido calor para muitos corações ter nascido e ter vivido e não apenas existido.

Eco ou vida

Um filho e seu pai caminhavam pelas montanhas. De repente o filho cai machuca-se e grita: “Ai!!!”
Para sua surpresa escutou a voz repetir, em algum lugar na montanha: “Aai!!!”
Curioso pergunta: “Quem é você?”
Recebe como resposta: “Quem é você?”
Contrariado, grita: “Seu covarde!!!”
Escuta como resposta: “Seu covarde!!!”
Olha para o pai e pergunta aflito: “O que é isso papai?”
O Pai sorri e fala: “Meu filho preste atenção!”
Então o pai grita em direção à montanha: “Eu admiro você!!!”
A voz responde: “Eu admiro você!!!”
De novo o homem grita: “Você é um campeão!!!”.
O menino fica espantado, não entende.
O pai explica: “As pessoas chama isso de ECO, mas, na verdade, isso é a VIDA”.

Nossa vida é simplesmente o reflexo das nossas ações. Se você quer mais amor no mundo, cultive-o mais. Se você quer mais competência, desenvolva competência. Tanto no plano pessoal, profissional e espiritual, a vida vai lhe dar de volta o que você deu a ela.

quinta-feira, março 22, 2007

O barbeiro

Um senhor estava no barbeiro cortando os cabelos e fazendo a barba.
Enquanto isso conversava com o barbeiro e falava da vida e de Deus.
Dai a pouco, o barbeiro incrédulo não aguentou e falou:
- Deixa disso, meu caro, Deus não existe.
- Por quê ?
- Ora, se Deus existisse não haveria tantos miseráveis, passando fome, olhe em volta e veja quanta tristeza, é só andar pelas ruas e enxergar !!!
- Bem, esta é a sua maneira de pensar, não é ?
- Sim, claro.
O freguês pagou o corte e foi saindo, quando avistou um maltrapilho imundo, com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pescoço.
Nao aguentou, deu meia volta e interpelou o barbeiro:
- Sabe de uma coisa, não acredito em barbeiros.
- Como ?
- Sim, se existissem barbeiros, não haveria pessoas de cabelos e barbas compridas.
- Ora, eles estão assim porque querem. Se desejassem mudar, viriam até mim.

quarta-feira, março 14, 2007

A fala do amor

Esta é uma história, contada por um capelão na guerra civil americana que dominava os campos, quando deparou com um soldado ferido e gemendo.
Ele levava as Sagradas Escrituras debaixo do braço, parou perante o ferido e lhe perguntou:
‘Queres que te leia alguma coisa das Sagradas Escrituras?’
O ferido respondeu: ‘estou com tanta sede, preferia ter um pouco de água para beber.’
O capelão mais do que depressa lhe trouxe a água pedida.
Depois de ter tomado da água o ferido pedia:
‘Poderá levantar um pouco a minha cabeça e por algo por baixo dela?’
O capelão tirou o sobretudo, enrolou-o e carinhosamente o pôs em baixo da cabeça do ferido.
‘Agora – disse o ferido – se tão-somente tivesse algo para cobrir-me, pois sinto frio!’
Havia só uma coisa a fazer, pensou o capelão e isto era tirar o paletó e com ele cobrir o ferido. Tendo o coberto com o paletó, o ferido, olhando ao capelão, disse:
‘Se há algo nesse livro que ensina fazer a outros o que o senhor fez para mim, quero ouvi-lo.’

Há uma grande lição nesta simples história. Homens nunca verão e nem conheceram a Jesus a não ser na vida dos seus semelhantes. Sim, esta é a fala do amor, esta é a linguagem que todos entendem.

sexta-feira, março 02, 2007

Outra janela


A menina debruçada na janela trazia nos olhos grossas lágrimas e o peito oprimido pelo sentimento de dor causado pela morte de seu cão de estimação.Com pesar, observava atenta ao jardineiro a enterrar o corpo do amigo de tantas brincadeiras.

O avô que observava a neta aproximou-se e a envolveu em um abraço, tomou-apela mão e conduziu-a para uma janela localizada no outro lado da ampla sala, para que visse o jardim florido e perguntou-lhe carinhosamente:

- Está vendo aquele pé de rosas amarelas bem ali à frente? Lembra que você me ajudou a plantá-lo? Foi em um dia de sol como hoje que nós dois o plantamos. Era apenas um pequeno galho cheio de espinhos e hoje veja como está lindo,carregado de flores perfumadas e botões como promessa de novas rosas.

A menina enxugou as lágrimas que ainda teimavam em permanecer em suas faces e abriu um largo sorriso mostrando as abelhas que pousavam sobre as flores e as borboletas que faziam festa entre umas e outras das tantas rosas de variados matizes que enfeitavam o jardim.

O avô, satisfeito por tê-lá ajudado a superar o momento de dor falou-lhe comafeto:
- A vida nos oferece várias janelas. Quando a paisagem de uma delas nos causar tristeza é só buscarmos outra, e certamente nos depararemos com uma paisagem diferente, capaz de nos dar conforto.

Tantos são os momentos de nossa existência, tantas as oportunidades de aprendizado que nos visitam no dia-a-dia que não vale a pena sofrer diante de quadros que não podemos alterar.

Todos os momentos de nossas vidas, são experiências valiosas, das quais devemos tirar lições oportunas sem nos deixar tragar pelo desespero ou revolta.

Se hoje, de uma de suas janelas, você observa um quadro desolador, lembre-se de que existem tantas outras janelas, com paisagens repletas de promessas de melhores dias.

Não se permita simplesmente contemplar a janela da dor.

Aproveite a lição e abra novas janelas, seguindo em frente com ânimo e disposição.

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Eu te amo não diz tudo...

Ele(a) diz que te ama... então tá! Ele(a) te ama! Assunto encerrado!!!
Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas.
Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de quilômetros.
A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras.
Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida,
Que zela pela sua felicidade,
Que se preocupa quando as coisas não estão dando certo,
Que se coloca a postos para ouvir suas dúvidas,
E que dá uma sacudida em você quando for preciso.
Ser amado é ver que ele(a) lembra de coisas que você contou dois anos atrás,
E vê-lo(a) tentar reconciliar você com seu pai,
É ver como ele(a) fica triste quando você está triste,
E como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d`água.
Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão.
Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro.
Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada,
Aquele que sabe que tudo pode ser dito e compreendido.
Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é,
Sem inventar um personagem para a relação,
Pois personagem nenhum se sustenta muito tempo.
Sente-se amado quem não ofega, mas suspira;
Quem não levanta a voz, mas fala;
Quem não concorda, mas escuta.
Agora, sente-se e escute: Eu te amo não diz tudo!
"Para conquistarmos algo na vida não é necessário, apenas, força ou talento; é preciso, acima de tudo, ter vivido um grande amor"
(Arnaldo Jabor)

sexta-feira, fevereiro 23, 2007

Somos uma rosa com espinhos

Um certo homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente e, antes que ela desabrochasse, ele a examinou.

Ele viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou:
"Como pode uma bela flor vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?"

Entristecido por este pensamento,ele se recusou a regar a rosa, e, antes que estivesse pronta para desabrochar, ela morreu.Assim é com muitas pessoas.

Dentro de cada alma há uma rosa: as qualidades dadas por Deus e plantadas em nós crescendo em meio aos espinhos de nossas faltas.
Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos.

Desesperamo-nos,achando que nada de bom pode vir de nosso interior. Recusamo-nos a regar o bem dentro de nós e,conseqüentemente, isso morre.

Nunca percebemos o nosso potencial. Algumas pessoas não vêem a rosa dentro de si mesmas; alguém mais deve mostrá-la a elas.

Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas.

Esta é a característica do amor: olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras faltas.

Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajudá-la a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições. Se nós mostrarmos a essas pessoas a rosa,elas superarão seus próprios espinhos.

Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes.

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

O poder da oração

Uma pobre senhora, com visível ar de derrota estampado no rosto, entrou num armazém, se aproximou do proprietário conhecido pelo seu jeito grosseiro, e lhe pediu fiado alguns mantimentos.
Ela explicou que o seu marido estava muito doente e não podia trabalhar e que tinha sete filhos para alimentar. O dono do armazém zombou dela e pediu que se retirasse do seu estabelecimento.Pensando na necessidade da sua família ela implorou:
"Por favor, senhor, eu lhe darei o dinheiro assim que eu tiver...” ao que lhe respondeu que ela não tinha crédito e nem conta na sua loja.
Em pé no balcão ao lado, um freguês que assistia a conversa entre os dois se aproximou do dono do armazém e lhe disse que ele deveria dar o que aquela mulher necessitava para a sua família por sua conta. Então o comerciante falou meio relutante para a pobre mulher:
"Você tem uma lista de mantimentos?"
"Sim", respondeu ela.
"Muito bem, coloque a sua lista na balança e o quanto ela pesar, eu lhe darei em mantimentos"
A pobre mulher hesitou por uns instantes e com a cabeça curvada, retirou da bolsa um pedaço de papel, escreveu alguma coisa e o depositou suavemente na balança. Os três ficaram admirados quando o prato da balança com o papel desceu e permaneceu embaixo.
Completamente pasmado com o marcador da balança, o comerciante virou-se lentamente para o seu freguês e comentou contrariado:
"Eu não posso acreditar!".
O freguês sorriu e o homem começou a colocar os mantimentos no outro prato da balança.Como a escala da balança não equilibrava, ele continuou colocando mais e mais mantimentos até não caber mais nada. O comerciante ficou parado ali por uns instantes olhando para abalança, tentando entender o que havia acontecido...
Finalmente, ele pegou o pedaço de papel da balança e ficou espantado, pois não era uma lista de compras e sim uma oração que dizia:
"Meu Senhor, o senhor conhece as minhas necessidades e eu estou deixando isto em suas mãos..."
O homem deu as mercadorias para a pobre mulher no mais completo silêncio, que agradeceu e deixou o armazém. O freguês pagou a conta e disse:
"Valeu cada centavo..."
Só mais tarde o comerciante pode reparar que a balança havia quebrado.Entretanto, só Deus sabe o quanto pesa uma oração...

“Deus diz: - EU SUPRIREI TODAS AS SUAS NECESSIDADES. Filipenses 4:19”.

quarta-feira, fevereiro 21, 2007

A caixinha

Há um tempo atrás, um homem castigou sua filhinha por desperdiçar um rolo de papel de presente. O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-lo debaixo da árvore de Natal. Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menininha levou o presente ao seu pai e disse:
-Isso é pra você paizinho!Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a “explodir” quando viu que a caixa estava vazia. Gritou, dizendo:
-Você não sabe quando se dá um presente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa?A pequena menina olhou para cima, com lágrimas nos olhos, e disse:
-Oh, Paizinho, não está vazia. Eu soprei beijos dentro da caixa. Todos pra você...
O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse.
Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos e sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, ele tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali...

De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós, humanos, temos recebido uma caixa dourada, cheia de amor incondicional e beijos de nossos pais, filhos, irmãos e amigos...

Dois copos de leite

“Num dia de verão muito quente, um jovem estudante de medicina estava andando de casa em casa, num distrito colonial, vendendo livros para custear as suas despesas na faculdade. Estava entardecendo quando ele bateu em uma casa, onde parecia não haver ninguém. Afinal apareceu uma mocinha e ele fez a sua oferta dos livros. Olhando, ela com tristeza respondeu:
“Minha mãe é uma viúva e não temos dinheiro para comprar livros.”
O jovem então perguntou se ela não podia dar-lhe um copo de água, pois estava com muita sede.
“Nós temos muito leite na despensa”, disse ela. “Gostaria de um copo de leite frio, em vez de água?”
“Sim, por certo”, ele respondeu, “se não for muito incômodo”.
“Não há nenhum incômodo”, respondeu enquanto se dirigia a despensa.O sedento tomou o leite, agradeceu e quando a menina perguntou se desejava mais um, ele aceitou com gratidão.Quando ele desejou pagar os copos de leite, ela recusou aceitar o dinheiro.
“Porque não?” Perguntou ele.
“Bom, a minha mãe sempre me fala que devemos ser bondosos para com os estranhos e é isso que procuro ser”, falou ela graciosamente. O estudante agradeceu mais uma vez e continuou a jornada.

Dez ou mais anos passaram e um dia, como diretor de um dos melhores hospitais, ele descobriu em uma das enfermeiras um rosto que ele já havia visto e concluiu que era o rosto daquela moça que uma vez ofereceu dois copos de leite naquele dia de verão. A paciente estava tão mal que não reconhecia mais ninguém.
Imediatamente as coisas começaram a mudar com aquela paciente. Ela foi levada a um quarto especial e ordens foram dadas às enfermeiras para que todo o cuidado fosse prestado àquela doente. Quando se fez necessária uma operação muito melindrosa, ele mesmo executou a operação.
Algumas semanas de cuidados especiais e a doente começou a melhorar. Um dia ele a visitou e lhe comunicou que no dia seguinte poderia ir para casa.
‘Oh, eu estou tão contente’, ela exclamou. ‘Mas a minha conta, pois até agora não recebi nenhum débito e a conta deve ser muito elevada.’
‘Eu buscarei a conta’, disse a enfermeira e em alguns minutos ela estava de volta trazendo a conta.A senhora olhou as cifras, notou a quantia da conta e escondeu o rosto em pranto.
‘Como eu pagarei esta conta?’ Exclamou ela, chorando. Mas os seus olhos voltaram novamente ao papel, e ela notou alguma coisa escrita bem embaixo na página, que enxugou as suas lágrimas.
Lá estava escrito:
‘Pago, em recompensa dos dois copos de leite’, Dr. Howard A. Kelly.

O fato é que aquele estudante que vendia os livros naquele tempo e o então diretor daquele hospital eram a mesma pessoa.

segunda-feira, fevereiro 19, 2007

Empenho...

Um homem foi chamado à praia para pintar um barco.
Trouxe com ele tinta e pincéis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante,como fora contratado para fazer.Enquanto pintava, percebeu que atinta estava passando pelo fundo do barco. Percebeu que havia um vazamento,e decidiu consertá-lo. Quando terminou a pintura,recebeu seu dinheiro e se foi.

No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-ocom um belo cheque. O pintor ficou surpreso:
- O senhor já me pagou pela pintura do barco - disse ele.
- Mas isto não é pelo trabalho de pintura. É por ter consertado o vazamentodo barco.
- Foi um serviço tão pequeno que não quis cobrar. Certamente, não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante?
- Meu caro amigo, você não compreendeu. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu. Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento.

Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei-me que o barco tinha um furo.Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos. Então,examinei o barco e constatei que você o havia consertado! Percebe, agora, oque fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar-lhe pela sua "pequena" boa ação...

"Não importa para quem, quando, de que maneira. Ajude, ampare, faça suaparte... Enfim, conserte os vazamentos - sempre!"

sábado, fevereiro 17, 2007

O binóculo

Conta-se que certo dia viajava num dos grandes transatlântico que cruzavam os mares, um homem cuja fama no navio era de ser um verdadeiro cristão. O capitão, homem incrédulo e de uma vida um tanto regular, querendo divertir-se à custa do cristão, chamou aquele servo de Deus num dia de sol, com o horizonte límpido, e lhe disse em termo de mofa e sarcasmo:

-Veja aqui o meu potente binóculo, tenho procurado de todos os meios ver se encontro Deus, mas depois de longos anos de pesquisas, perscrutando o horizonte, não O encontrei.
-Ora – disse o cristão – o seu binóculo é muito fraco, precisa de um de mais potência.
-Como? – pergunta o capitão.
– Este é o mais potente que existe.
-Não – disse o cristão; - há outro com mais potência.
-Qual? – perguntou o capitão.
-Muito simples – respondeu o cristão. – "Bem-aventurado os limpos de coração, porque eles verão a Deus." Eis o binóculo potente, para ver a Deus. Possua este poderoso instrumento, Sr. Capitão!
Este abaixou os olhos, retirou-se calado, pois seu coração não era puro.

Como é fácil ser traído por nosso modo de viver! Quantas vezes pomos a culpa em Deus ou nos outros, enquanto nos é que somos os maiores responsáveis pela nossa falta de fé ou compreensão espirituais!

sexta-feira, fevereiro 16, 2007

Pastel,Deus e Guaraná...

Havia um pequeno menino que queria se encontrar com Deus.
Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente, portanto ele encheu sua mochila com pastéis e guaraná, e começou sua caminhada.
Quando ele andou umas três quadras, encontrou um velhinho sentado em um banco da praça olhando os pássaros.
O menino sentou-se junto dele, abriu sua mochila, e ia tomar um gole de guaraná, quando olhou o velhinho e viu que ele estava com fome, então ofereceu-lhe um pastel.
O velhinho muito agradecido aceitou e sorriu ao menino.
Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo, então ele ofereceu-lhe seu guaraná.
Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino.
O menino estava muito feliz!
Ficaram ali sentados sorrindo, comendo pastéis e bebendo guaraná pelo resto da tarde sem falarem um ao outro.
Quando começou a escurecer o menino estava cansado e resolveu voltar para casa, mas antes de sair ele voltou e deu um grande abraço no velhinho.
O velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino havia recebido.
Quando chegou em casa , sua mãe surpresa perguntou ao ver a felicidade estampada em sua face.
“O que você fez hoje que te deixou tão feliz?”
“Passei a tarde com Deus” e acrescentou
“Você sabe, ele tem o mais lindo sorriso que eu já vi?”
Enquanto isso, o velhinho chegou em casa radiante, e seu filho perguntou:
“Por onde você esteve que te deixou tão feliz?”
“comi pasteis e tomei guaraná com Deus.”
Antes que seu filho pudesse dizer algo ele falou:
“ Você sabe que ele é bem mais jovem do que eu pensava?”

Nunca subestime a força de um sorriso, o poder de uma palavra, de um ouvido para ouvir, um honesto elogio, ou até um ato de carinho.
Tudo isso tem um potencial de fazer virar uma vida.
Por medo de diminuir deixamos de crescer.
Por medo de chorar deixamos de sorrir.