segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Eu te amo não diz tudo...

Ele(a) diz que te ama... então tá! Ele(a) te ama! Assunto encerrado!!!
Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas.
Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de quilômetros.
A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras.
Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida,
Que zela pela sua felicidade,
Que se preocupa quando as coisas não estão dando certo,
Que se coloca a postos para ouvir suas dúvidas,
E que dá uma sacudida em você quando for preciso.
Ser amado é ver que ele(a) lembra de coisas que você contou dois anos atrás,
E vê-lo(a) tentar reconciliar você com seu pai,
É ver como ele(a) fica triste quando você está triste,
E como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d`água.
Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão.
Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro.
Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada,
Aquele que sabe que tudo pode ser dito e compreendido.
Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é,
Sem inventar um personagem para a relação,
Pois personagem nenhum se sustenta muito tempo.
Sente-se amado quem não ofega, mas suspira;
Quem não levanta a voz, mas fala;
Quem não concorda, mas escuta.
Agora, sente-se e escute: Eu te amo não diz tudo!
"Para conquistarmos algo na vida não é necessário, apenas, força ou talento; é preciso, acima de tudo, ter vivido um grande amor"
(Arnaldo Jabor)

sexta-feira, fevereiro 23, 2007

Somos uma rosa com espinhos

Um certo homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente e, antes que ela desabrochasse, ele a examinou.

Ele viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou:
"Como pode uma bela flor vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?"

Entristecido por este pensamento,ele se recusou a regar a rosa, e, antes que estivesse pronta para desabrochar, ela morreu.Assim é com muitas pessoas.

Dentro de cada alma há uma rosa: as qualidades dadas por Deus e plantadas em nós crescendo em meio aos espinhos de nossas faltas.
Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos.

Desesperamo-nos,achando que nada de bom pode vir de nosso interior. Recusamo-nos a regar o bem dentro de nós e,conseqüentemente, isso morre.

Nunca percebemos o nosso potencial. Algumas pessoas não vêem a rosa dentro de si mesmas; alguém mais deve mostrá-la a elas.

Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas.

Esta é a característica do amor: olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras faltas.

Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajudá-la a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições. Se nós mostrarmos a essas pessoas a rosa,elas superarão seus próprios espinhos.

Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes.

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

O poder da oração

Uma pobre senhora, com visível ar de derrota estampado no rosto, entrou num armazém, se aproximou do proprietário conhecido pelo seu jeito grosseiro, e lhe pediu fiado alguns mantimentos.
Ela explicou que o seu marido estava muito doente e não podia trabalhar e que tinha sete filhos para alimentar. O dono do armazém zombou dela e pediu que se retirasse do seu estabelecimento.Pensando na necessidade da sua família ela implorou:
"Por favor, senhor, eu lhe darei o dinheiro assim que eu tiver...” ao que lhe respondeu que ela não tinha crédito e nem conta na sua loja.
Em pé no balcão ao lado, um freguês que assistia a conversa entre os dois se aproximou do dono do armazém e lhe disse que ele deveria dar o que aquela mulher necessitava para a sua família por sua conta. Então o comerciante falou meio relutante para a pobre mulher:
"Você tem uma lista de mantimentos?"
"Sim", respondeu ela.
"Muito bem, coloque a sua lista na balança e o quanto ela pesar, eu lhe darei em mantimentos"
A pobre mulher hesitou por uns instantes e com a cabeça curvada, retirou da bolsa um pedaço de papel, escreveu alguma coisa e o depositou suavemente na balança. Os três ficaram admirados quando o prato da balança com o papel desceu e permaneceu embaixo.
Completamente pasmado com o marcador da balança, o comerciante virou-se lentamente para o seu freguês e comentou contrariado:
"Eu não posso acreditar!".
O freguês sorriu e o homem começou a colocar os mantimentos no outro prato da balança.Como a escala da balança não equilibrava, ele continuou colocando mais e mais mantimentos até não caber mais nada. O comerciante ficou parado ali por uns instantes olhando para abalança, tentando entender o que havia acontecido...
Finalmente, ele pegou o pedaço de papel da balança e ficou espantado, pois não era uma lista de compras e sim uma oração que dizia:
"Meu Senhor, o senhor conhece as minhas necessidades e eu estou deixando isto em suas mãos..."
O homem deu as mercadorias para a pobre mulher no mais completo silêncio, que agradeceu e deixou o armazém. O freguês pagou a conta e disse:
"Valeu cada centavo..."
Só mais tarde o comerciante pode reparar que a balança havia quebrado.Entretanto, só Deus sabe o quanto pesa uma oração...

“Deus diz: - EU SUPRIREI TODAS AS SUAS NECESSIDADES. Filipenses 4:19”.

quarta-feira, fevereiro 21, 2007

A caixinha

Há um tempo atrás, um homem castigou sua filhinha por desperdiçar um rolo de papel de presente. O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-lo debaixo da árvore de Natal. Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menininha levou o presente ao seu pai e disse:
-Isso é pra você paizinho!Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a “explodir” quando viu que a caixa estava vazia. Gritou, dizendo:
-Você não sabe quando se dá um presente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa?A pequena menina olhou para cima, com lágrimas nos olhos, e disse:
-Oh, Paizinho, não está vazia. Eu soprei beijos dentro da caixa. Todos pra você...
O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse.
Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos e sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, ele tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali...

De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós, humanos, temos recebido uma caixa dourada, cheia de amor incondicional e beijos de nossos pais, filhos, irmãos e amigos...

Dois copos de leite

“Num dia de verão muito quente, um jovem estudante de medicina estava andando de casa em casa, num distrito colonial, vendendo livros para custear as suas despesas na faculdade. Estava entardecendo quando ele bateu em uma casa, onde parecia não haver ninguém. Afinal apareceu uma mocinha e ele fez a sua oferta dos livros. Olhando, ela com tristeza respondeu:
“Minha mãe é uma viúva e não temos dinheiro para comprar livros.”
O jovem então perguntou se ela não podia dar-lhe um copo de água, pois estava com muita sede.
“Nós temos muito leite na despensa”, disse ela. “Gostaria de um copo de leite frio, em vez de água?”
“Sim, por certo”, ele respondeu, “se não for muito incômodo”.
“Não há nenhum incômodo”, respondeu enquanto se dirigia a despensa.O sedento tomou o leite, agradeceu e quando a menina perguntou se desejava mais um, ele aceitou com gratidão.Quando ele desejou pagar os copos de leite, ela recusou aceitar o dinheiro.
“Porque não?” Perguntou ele.
“Bom, a minha mãe sempre me fala que devemos ser bondosos para com os estranhos e é isso que procuro ser”, falou ela graciosamente. O estudante agradeceu mais uma vez e continuou a jornada.

Dez ou mais anos passaram e um dia, como diretor de um dos melhores hospitais, ele descobriu em uma das enfermeiras um rosto que ele já havia visto e concluiu que era o rosto daquela moça que uma vez ofereceu dois copos de leite naquele dia de verão. A paciente estava tão mal que não reconhecia mais ninguém.
Imediatamente as coisas começaram a mudar com aquela paciente. Ela foi levada a um quarto especial e ordens foram dadas às enfermeiras para que todo o cuidado fosse prestado àquela doente. Quando se fez necessária uma operação muito melindrosa, ele mesmo executou a operação.
Algumas semanas de cuidados especiais e a doente começou a melhorar. Um dia ele a visitou e lhe comunicou que no dia seguinte poderia ir para casa.
‘Oh, eu estou tão contente’, ela exclamou. ‘Mas a minha conta, pois até agora não recebi nenhum débito e a conta deve ser muito elevada.’
‘Eu buscarei a conta’, disse a enfermeira e em alguns minutos ela estava de volta trazendo a conta.A senhora olhou as cifras, notou a quantia da conta e escondeu o rosto em pranto.
‘Como eu pagarei esta conta?’ Exclamou ela, chorando. Mas os seus olhos voltaram novamente ao papel, e ela notou alguma coisa escrita bem embaixo na página, que enxugou as suas lágrimas.
Lá estava escrito:
‘Pago, em recompensa dos dois copos de leite’, Dr. Howard A. Kelly.

O fato é que aquele estudante que vendia os livros naquele tempo e o então diretor daquele hospital eram a mesma pessoa.

segunda-feira, fevereiro 19, 2007

Empenho...

Um homem foi chamado à praia para pintar um barco.
Trouxe com ele tinta e pincéis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante,como fora contratado para fazer.Enquanto pintava, percebeu que atinta estava passando pelo fundo do barco. Percebeu que havia um vazamento,e decidiu consertá-lo. Quando terminou a pintura,recebeu seu dinheiro e se foi.

No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-ocom um belo cheque. O pintor ficou surpreso:
- O senhor já me pagou pela pintura do barco - disse ele.
- Mas isto não é pelo trabalho de pintura. É por ter consertado o vazamentodo barco.
- Foi um serviço tão pequeno que não quis cobrar. Certamente, não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante?
- Meu caro amigo, você não compreendeu. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu. Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento.

Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei-me que o barco tinha um furo.Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos. Então,examinei o barco e constatei que você o havia consertado! Percebe, agora, oque fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar-lhe pela sua "pequena" boa ação...

"Não importa para quem, quando, de que maneira. Ajude, ampare, faça suaparte... Enfim, conserte os vazamentos - sempre!"

sábado, fevereiro 17, 2007

O binóculo

Conta-se que certo dia viajava num dos grandes transatlântico que cruzavam os mares, um homem cuja fama no navio era de ser um verdadeiro cristão. O capitão, homem incrédulo e de uma vida um tanto regular, querendo divertir-se à custa do cristão, chamou aquele servo de Deus num dia de sol, com o horizonte límpido, e lhe disse em termo de mofa e sarcasmo:

-Veja aqui o meu potente binóculo, tenho procurado de todos os meios ver se encontro Deus, mas depois de longos anos de pesquisas, perscrutando o horizonte, não O encontrei.
-Ora – disse o cristão – o seu binóculo é muito fraco, precisa de um de mais potência.
-Como? – pergunta o capitão.
– Este é o mais potente que existe.
-Não – disse o cristão; - há outro com mais potência.
-Qual? – perguntou o capitão.
-Muito simples – respondeu o cristão. – "Bem-aventurado os limpos de coração, porque eles verão a Deus." Eis o binóculo potente, para ver a Deus. Possua este poderoso instrumento, Sr. Capitão!
Este abaixou os olhos, retirou-se calado, pois seu coração não era puro.

Como é fácil ser traído por nosso modo de viver! Quantas vezes pomos a culpa em Deus ou nos outros, enquanto nos é que somos os maiores responsáveis pela nossa falta de fé ou compreensão espirituais!

sexta-feira, fevereiro 16, 2007

Pastel,Deus e Guaraná...

Havia um pequeno menino que queria se encontrar com Deus.
Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente, portanto ele encheu sua mochila com pastéis e guaraná, e começou sua caminhada.
Quando ele andou umas três quadras, encontrou um velhinho sentado em um banco da praça olhando os pássaros.
O menino sentou-se junto dele, abriu sua mochila, e ia tomar um gole de guaraná, quando olhou o velhinho e viu que ele estava com fome, então ofereceu-lhe um pastel.
O velhinho muito agradecido aceitou e sorriu ao menino.
Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo, então ele ofereceu-lhe seu guaraná.
Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino.
O menino estava muito feliz!
Ficaram ali sentados sorrindo, comendo pastéis e bebendo guaraná pelo resto da tarde sem falarem um ao outro.
Quando começou a escurecer o menino estava cansado e resolveu voltar para casa, mas antes de sair ele voltou e deu um grande abraço no velhinho.
O velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino havia recebido.
Quando chegou em casa , sua mãe surpresa perguntou ao ver a felicidade estampada em sua face.
“O que você fez hoje que te deixou tão feliz?”
“Passei a tarde com Deus” e acrescentou
“Você sabe, ele tem o mais lindo sorriso que eu já vi?”
Enquanto isso, o velhinho chegou em casa radiante, e seu filho perguntou:
“Por onde você esteve que te deixou tão feliz?”
“comi pasteis e tomei guaraná com Deus.”
Antes que seu filho pudesse dizer algo ele falou:
“ Você sabe que ele é bem mais jovem do que eu pensava?”

Nunca subestime a força de um sorriso, o poder de uma palavra, de um ouvido para ouvir, um honesto elogio, ou até um ato de carinho.
Tudo isso tem um potencial de fazer virar uma vida.
Por medo de diminuir deixamos de crescer.
Por medo de chorar deixamos de sorrir.

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

O caminhoneiro

Um belo dia de sol, Sr Marcio, um velho caminhoneiro, chega em casa todo orgulhoso e chama sua esposa para ver o lindo caminhão que comprara depois de longos e árduos 20 anos de trabalho.
Era o primeiro que conseguira comprar depois de tantos anos de sufoco e estrada.A partir daquele dia, finalmente seria seu patrão.
Ao chegar á porta de sua casa, encontra seu filhinho de 6 anos martelando alegremente a lataria do reluzente caminhão.
Irado e aos berros pergunta o que o filho estava fazendo e, sem hesitar, completamente fora de si, martela impiedosamente as mãos do garoto, que se põe a chorar desesperadamente sem entender o que estava acontecendo.
A mulher do caminhoneiro, corre em socorro do filho, mas pouco pôde fazer.Chorando junto ao filho, consegue fazer trazer o marido á realidade, e juntos o levam o garoto ao hospital para cuidar dos ferimentos provocados.
Passadas várias horas de cirurgias, o médico desconsolado e bastante abatido, chama os pais e informa que as dilacerações foram de tão grande extensão, que todos os dedos da criança tiveram que ser amputados.
Porém, o menino era forte e resistira bem o ato cirúrgico, devendo os pais aguardá-lo no quarto.Ao acordar, o menino ainda sonolento esboçou um sorriso e disse ao pai:
-Papai, me desculpe. Eu só queria consertar seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo!
O pai, enternecido e profundamente arrependido, deu um forte abraço no filho e disse que aquilo não tinha mais importância.Não estava bravo e sim arrependido de ter sido tão duro com ele e que a lataria do caminhão não tinha estragado.
Então o garoto com os olhos radiantes perguntou:
-Quer dizer que não está mais bravo comigo?
-É claro que não! – respondeu o pai.
Ao que o menino pergunta:
-Se estou perdoado papai, quando meus dedinhos vão nascer de novo?

Nos momentos de raiva cega, machucamos as pessoas que mais amamos, e muitas vezes não podemos “sarar” a ferida que deixamos.Nos momentos de raiva, tente parar e pensar em suas atitudes, a fim de evitar que os danos sejam irreversíveis.

domingo, fevereiro 04, 2007

Deu sabe o que faz...

De Talmude
“O rabino Okiba te vê de abandonar a sua terra, por motivos particulares e assim andou por terras incultas e mesmo desertos.
O rabino levava um candeeiro, para que produzisse luz a fim de cumprir com as suas obrigações religiosas e estudar a lei. Também conduzia um galo que lhe servia de relógio despertador, visto necessitar saber a hora certa. Para não andar sempre a pé, ia montado em um burrinho.
Assim chegou a cidade e foi procurar um lugar para repousar, mas foi tudo em vão.
Ninguém desejava abrigar um desconhecido. Desolado e triste o rabi afastou-se da cidade, amaldiçoando-a falta de cortesia de tais habitantes que não procuravam fazer o bem para um estrangeiro.
Voltou ao mato e assentou-se debaixo de uma árvore. Ia anoitecendo e como quisesse fazer suas preces e estudar a lei, acendeu o candeeiro, mas um vento forte que repentinamente soprava apagou o candeeiro. O que fazer?
Mas Deus sabe o que faz, e assim procurou dormir.Durante a noite um lobo devorou o galo de Okiba, o que fazer?
Mas Deus sabe o que faz. Um leão que se aproximou do rabino, vendo o burro ali, o devorou. O que fazer?
Deus sabe o que faz, dizia Okiba.Na manhã seguinte para ver se arranjaria alguma coisa. Mas que horror, ali não havia ninguém!
Encontrou o povoado em estado lastimável, tudo saqueado e muitos mortos. O que tinha acontecido?
Ah! Uma tribo estranha durante a noite tinha dado o seu assalto e liquidado com aquela vila.Então, pensou Okiba, Deus sabe o que faz.
Se eu estivesse lá teria morrido, com os outros.
Se tivesse tido o candeeiro aceso durante a noite, ter-me-iam achado e matado;
se o galo tivesse vivido teria cantado e eu teria sido descoberto.
O burro, se não estivesse sido morto pelo leão teria se revelado e assim a esta hora eu estaria entre os mortos.
Portanto, Deus sabe o que faz...”

sexta-feira, fevereiro 02, 2007

Se tivesse...

Certa vez, um homem caminhava pela praia numa noite de lua cheia.
Pensava desta forma: se tivesse um carro novo, seria feliz;
Se tivesse uma casa grande, seria feliz;
Se tivesse um excelente trabalho, seria feliz;
Se tivesse uma parceira perfeita, seria feliz,
Quando tropeçou com uma sacolinha cheia de pedras.
Ele começou a jogar as pedrinhas uma a uma no mar cada vez que dizia:
Seria feliz se tivesse...

Assim o fez até que somente ficou com uma pedrinha na sacolinha, que decidiu guardá- la.
Ao chegar em casa percebeu que aquela pedrinha tratava-sede um diamante muito valioso. Você imagina quantos diamantes ele jogou ao mar sem parar para pensar?
Assim são as pessoas... jogam fora seus preciosos tesouros por estarem esperando o que acreditam ser perfeito ou sonhando e desejando o que não têm, sem dar valor ao que têm perto delas.
Se olhassem ao redor, parando para observar, perceberiam quão afortunadas são.
Muito perto de si está sua felicidade.
Cada pedrinha deve ser observada... pode ser um diamante valioso.
Cada um de nossos dias pode ser considerado um diamante precioso, valioso e insubstituível. Depende de cada um aproveitá-lo ou lançá-lo ao mar do esquecimento para nunca mais recuperá-lo.

Você como anda jogando suas pedrinhas? (que podem ser namorados, amigos, trabalho e até mesmos seus sonhos).
A morte não é a maior perda da vida.
A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos.