terça-feira, agosto 21, 2007

Eu nem sabia que tinha uma profissão

Uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carteira de motorista. Pediram-lhe para informar qual era a sua profissão. Ela hesitou, sem saber bem como classificar.
-“O que eu pergunto é se tem um trabalho”, insistiu o funcionário.
-“Claro que tenho um trabalho”, exclamou Anne. “Sou mãe”.
-“Nós não consideramos ‘mãe’, um trabalho.
-“Vou colocar ‘Dona de casa’, disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionaria de carreira, segura, eficiente, dona de um titulo sonante.
-“Qual é a sua ocupação?” Perguntou. Não sei o que me fez dizer isto; as palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora.
-“Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas”.
A funcionaria fez uma pausa, a caneta de tinta permanente apontar para o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem. Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.
Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.
-“Posso perguntar”, disse-me ela com novo interesse, “o que faz exatamente?”
Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me dizer:
-“Desenvolvo um programa à longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa).
-“Sou responsável por uma equipe ( minha família), e já recebi quatro projetos (todas meninas). Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda???), o qrau de exigência é em nível de 14 horas por dia (para não dizer 24 horas)”.
Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente me abriu a porta.
Quando cheguei em casa, com o titulo de minha carreira, fui recebida pela minha equipe: uma com 13 anos, outra com 7 anos e outra com 3 anos. Do andar de cima, pude ouvir o meu novo experimento (um bebê de seis meses), testando uma nova tonalidade de voz.
Senti-me triunfante! Maternidade... que carreira gloriosa!
Assim, as avós deviam ser chamadas “Doutora-Sênior” em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas”.
As bisavós: “Doutora-Exzecutiva-Sênior”. E as tias: “Doutora-Assistente”.
Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres mães, esposas, amigas e companheiras.
Doutoras na arte de fazer a vida”.

segunda-feira, agosto 20, 2007

Não faça isso moço!

A. Senge

Na estação de uma cidade holandesa havia um comboio, pronto para a partida. Dois estudantes vieram em desabalada corrida e saltaram num dos carros, carregando malas pesadas. Poucos minutos após, encontrava-se em animada palestra com um senhor muito alto, de meia-idade, que se achava no banco da frente, e que desde logo lhes granjeou a simpatia. Soube ele que ambos os jovens, ao começar o novo trimestre, pretendiam estudar em outra universidade, e acabavam de despedir-se de sua hospedeira.

Por muito tempo, disseram, tinham sido solicitamente hospedeiro por ela. Apenas achavam que era por demais piedosa. Ao despedirem-se dela, dera a cada um uma Bíblia de presente. O mais jovem tirou da pasta a Bíblia, e resmungou:

-Ora, que devo, afinal, fazer com isso? Deveria atirá-la pela janelinha?!

A fisionomia do senhor de idade anuviou-se.

–Não faça isso, moço! – Disse ele. –Isso lhe traria infelicidade, pode estar certo! Eu poderia contar-lhes a história de um homem que procedeu de maneira semelhante, e por um triz escapou de uma morte horrível. Não quero com isso dizer que Deus em todo o caos mande castigo como esse, mas de modo algum passará por alto um ato semelhante.
O mais velho dos moços perguntou, displicentemente:

-Que história é essa, à qual o senhor se referiu? Conhece esse homem?-
É de Amsterdam – respondeu o interpelado.

Naquela ocasião viajava como auxiliar do piloto, num navio mercante, na costa da América do Sul. Não se pode dizer que fosse homem mau, era apenas leviano. Além disso, bebia muito. Quando então seus camaradas ridicularizavam a fé, ele os acompanhava valentemente. Como motivo de seus ridículos muitas vezes lhe servia o cozinheiro de bordo. Era um indiano, homem forte e robusto, com o coração de criança. Chamavam-no José. Dizia-se que esse indiano havia se educado numa escola missionária. Não admirava que a tripulação zombasse dele...

Um dia achava-se o barco ancorado num porto das Índias Ocidentais. Passava-se de meio-dia, o navio havia terminado a descarga. No convés, parte do pessoal bebericava, enquanto observavam um tubarão, que perigosamente nadava por ali. Foi quando o auxiliar do piloto, já alegre com a bebida, teve um pensamento. Não recebera ele havia pouco, do dirigente de um ‘lar dos marinheiros’, uma Bíblia de presente? Naturalmente a aceitara, pois que outra coisa deveria fazer? Mas agora ela iria servir de alimento ao tubarão. Mais que depressa foi apanhá-la. Os companheiros de bebedeira saudaram com risadas o seu plano.

O carpinteiro de bordo arrumou até um pedaço de toucinho rançoso, para amarrá-lo com a Bíblia. Rindo, os homens estavam junto à amurada e acenavam para o tubarão. Mas este não lhes ligava. Aproximou-se vagarosamente, rodeou a isca como que desconfiado, e de novo se afastou. Risadas insolentes o seguiam.

-Ora vejam – gritou o primeiro maquinista – ele acha a Bíblia indigesta!Redobravam as caçoadas.De súbito, porém, aconteceu coisa imprevista. O auxiliar do piloto, que se inclinara demais sobre a amurada, perdeu o equilíbrio. Como uma pedra o bêbado caiu na água.Por um instante, profundo silêncio dominou a bordo. Emudeceram as blasfêmias. Então um grito de desespero atroou os ares. O homem caído na água apareceu à tona e nadou como um louco em direção da escada. O voraz tubarão já o descobrira e nadava em sua direção. Nada dera atenção alguma ao toucinho e ao Livro, mas aquela criatura viva, que se debatia como doido, parecia-lhe bom petisco.

Nesse instante surge o indiano, atraído pelos gritos. Notou as fisionomias contrafeitas dos que ali se achavam, e compreendeu imediatamente a situação. Já desde manhã cedo havia observado o tubarão. De um salto voltou para a cozinha, tomou um facão afiadíssimo, que pôs entre os dentes, e correu para a amurada. Viu o rosto angustiado do que se debatia na água e o tubarão que vinha deslizando em sua direção. No próximo segundo saltou por cima do gradil e lançou-se na água.O que aconteceu então, foi obra de poucos instantes. Desenrolou-se mais depressa do que se possa referir. O indiano mergulhou imediatamente e desapareceu sob a água. Como sombra aquele vulto corpulento avançou contra o tubarão. Este chegara a poucos metros de sua vítima. Começava já a virar-se de um lado, e tornou-se visível sua medonha dentadura – quando começou a girar violentamente sobre si mesmo, enquanto a água em volta se tingia de vermelho.

Um grito de incontida alegria rompeu da boca de dezessete marinheiros. Viram tudo: a faca mortífera se prendera na garganta do monstro, até o cabo. Este, assim ferido, fugiu precipitadamente. Junto ao costado do navio emergiu o indiano. Agarrou o náufrago, estarrecido de susto, e com ele nadou para a escada. Um minuto depois estavam a salvo, no convés.Então o homem se calou. Seus dois ouvintes estavam atentos.

-Maravilhoso! – exclamou o mais velho, entusiasmado.
–De certo o indiano já fizera vezes coisa semelhante...-
É possível – concordou o senhor. Existem pessoas que atacam o tubarão onde se encontra. Conheci dois deles. Um perdeu o braço esquerdo. Nosso indiano já tinha travado dois combates com eles, como viemos, a saber, depois.-sem duvida os marinheiros depois o festejaram muito...
-Efetivamente – volveu o interpelado, sorrindo.
–Tornou-se o herói do navio. Ninguém mais zombou de sua piedade. Aquele acontecimento fora uma pregação muda, mas impressionante, que o cozinheiro lhes fizera. Ninguém mais tolerou que alguém disse alguma coisa contra ele.

-De onde tirara aquele homem suas habilidades extraordinárias? – perguntou o mais moço. Creio que na escola missionária não se terá dado muita importância a performances esportivas!

-Já experimentei em minha vida – respondeu o interpelado – que o homem verdadeiramente crente em geral é capaz de realizar algo notável na vida, em vários setores. A comunhão íntima com Deus não impede as habilidades naturais. Ao contrario, ajuda a desenvolvê-las.

O estudante pôs-se meditativo por algum tempo. Afinal observou:
-O senhor nos relatou essa aventura tão vividamente, que estou para dizer que esteve presente. Porventura tomou parte no salvamento do naufrago?O rosto do narrador tornou-se sério.

-Não, caro jovem – disse ele vagarosamente e com ênfase. –Fui eu aquele que caiu de bordo. Agora o senhor acreditará, sem dúvida, que eu me achava autorizado a adverti-lo...
(Kraft und Licht, 16-7-1961).

terça-feira, agosto 07, 2007

Não estrague seu dia!

Não estrague seu dia
Sua irritação não solucionará nada
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que
Nem o tempo conseguirá fazer.

O seu mau humor não modificará a vida.
A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã
Sobre os bons e os maus.A sua tristeza não iluminará os caminhos
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais
Acrescentarão, nos outros, uma grama de simpatia
Por você

Não estrague seu dia.
Aprenda com sabedoria a desculpar infinitamente.
Reconstruindo sempre pelo infinito bem.

segunda-feira, agosto 06, 2007

Vazio...

É isto! É exatamente isto que você está sentindo agora! Finalmente alguém conseguiu expressar aquilo que você vem sentindo há tanto tempo... Solidão, que buraco enorme... É exatamente isto... Uma tristeza incontrolável que você nem sabe exatamente de onde vem. Um desânimo devastador, que te faz querer ficar só, e ao mesmo tempo sente falta da presença de pessoas amadas. Fica meditando nas coisas que você não tem, nem conseguiu ter, mesmo que tenha tido a oportunidade de conquistá-las, mas deixou escorrer pelas mãos... e agora se esquece do que tem. O que já conquistou já perdeu o valor, já perdeu a graça... É olhar para o nada, e sorrir disfarçadamente às pessoas que te rodeiam... que te rodeiam e sente exatamente o que você. Exatamente, e assim como você, ficam caladas, disfarçados, mascarados, enquanto o VAZIO vai tomando conta do espaço de vida que tem em você. Como um buraco negro, sem fundo, sem fim.

O que é isto? De onde veio? Que invasão é esta no coração dos seres humanos???
O medo toma conta, o choro estrangula o peito em uma engolida de razão x emoção... um grande nó na garganta, no peito, nos olhos, no coração...
Mas o pranto escondido, aquele grito calado que só Deus ouve, num canto reservado, onde “ninguém” te vê, então você pode expressar sua dor, mesmo que nem lágrimas contenham mais para escorrer sobre sua face...

SOCORRO..., é o som que ecoa lá de dentro deste imenso vazio.
PRECISO DE AMOR!!!
AAAAAAAHHHHHHHHHHH... O que estou dizendo? Não, não é isto! Sou crente,sou evangélico, sou Cristão, sou grato, e tenho o amor de Deus! Não posso aceitar estar sentindo isto, afinal, o que os outros crentes irão pensar de mim? E falarão coisas que não é verdade, não tem a ver comigo, eu sou mais que vencedor em Cristo Jesus, e tudo podem Naquele que me fortalece, etc, etc, etc.

Mas, a verdade, é que na verdade... Meu Senhor, lá se foi o “segredo”.
Por que Senhor? Por quê? Se tenho Jesus, por que me sinto tão só? Por que sou casada e me sinto tão só? Por que sou solteiro e me sinto tão só? Por que isto...? Por que aquilo...? Por quê? Por que... e me sinto tão só? Quantos “por quês” mais... É assim que você está se sentindo?

PRECISO SER AMADO! PRECISO DE CARINHO, PRECISO DE COLO! PRECISO DE ELOGIO! PRECISO DE ATENÇÃO! PRECISO DE TEMPO PARA VIVER MINHAS EMOÇÕES, MEUS SENTIMENTOS. PRECISO QUE PAREM DE ME ACUSAR, DE ME REGULAR, DE ME AMPUTAR...

Op’s... Amputar... Esta é uma palavra forte... Mas, mas, mas...
Hei, vamos lá, tenha coragem, grite e declare para o mundo o que você está sentindo! Liberte-se deste sufoco, desta caixinha de limites que colocaram em você...

GRITE!!!
SOCORROS ESTÃO AMPUTANDO MINHA VIDA!!! DESPEDAÇANDO MEU CORAÇÃO! ESTRAÇALHANDO MINHA ALMA! ESQUARTEJANDO MEU ESPÍRITO! E ACABANDO COM MEU CORPO... VOCÊS NÃO VÊEM? NÃO CONSEGUEM VER???
OLHEM PARA SI, EU, VOCÊ, O OUTRO, NÓS TODOS ESTAMOS CALADOS, E NOSSO CORPO ESTÁ FALANDO POR NÓS.

O que é a depressão? O estresse? A fadiga? A obesidade?A pressão alta? Anorexia? O acúmulo de afazeres? A correria sem fim...

DEFESAS!!!
MÁSCARAS QUE ESCONDEM UMA REALIDADE TÃO SECRETA E NÍTIDA!
Ah... bem disseram certa vez que o pior cego é aquele que não quer ver.
Sabe por quê?
Porque “o amor de muitos esfriariam”...

E sabe, assim como nosso corpo manifesta tais sintomas, o corpo de Cristo também reage, falando através do corpo também, com indiferenças, com divisões, disputas, concorrências, competição, maledicência, mentira, inveja, calúnia, ciúmes, intriga, placas, denominações e ministérios “x” que é melhor que o “y” ou pior, murmurações, difamação, fofocas, costumes, rachaduras, blasfêmia, discórdia, falação pelas costas, traição, quebra de alianças, apunhaladas, falsas profecias, engano, confusão, e muito mais... no que vem a resultar em uma grande “dor” em Cristo, que é o Cabeça da igreja. Conseguem compreender? Compreende o que estamos fazendo com o nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré?

Acabamos sendo uma dor de cabeça para Jesus, e não uma benção, Ele já tem que se preocupar com aqueles que ainda estão lá fora, nas mãos de satanás, e agora, seu corpo está padecendo.

Padecendo? Seu corpo? A igreja? A igreja está padecendo? O corpo de Cristo está padecendo? De novo? O corpo de Cristo está sendo crucificado... Mais uma vez. Já não bastam termos crucificado-O uma vez???

Seja realista. Pare e pense: Você realmente quer fazer jejum? Sente vontade de orar? Quer passar 52 dias intercedendo por outras vidas, sendo que sua vida não vai tão bem assim? Lê a palavra como come suas refeições diárias, saboreando-a com prazer? Medita? Luta? Guerreia? Ora em espírito e em verdade sem cessar? Vigia? Ama o próximo como a ti mesmo? Ama-se? Ama Jesus?

Ora, vamos lá, sejam sinceros consigo mesmo. O Deus Todo Poderoso está aqui, e sabe da sinceridade do seu coração.
O que fazemos, muitas vezes fazemos por causa de um pouquinho de esperança que ainda suspira em nossos corações. Ou por uma pequenina fé que unindo as pessoas, e o corpo de Cristo, “parece” aumentar.
Mas a palavra de Deus diz que tudo pode faltar... até a esperança e a fé... só não pode faltar o AMOR!
E o que você acha que está faltando na sua vida? O que você crê que precisa para preencher aquele vazio que começamos a falar lá em cima deste texto?
Querido, está faltando AMOR em sua vida, em minha vida, em SUA vida!

Amor? Faltando em minha vida? Claro que não, eu amo todo mundo igual.
Você acha que está fora desta?
O amor em seu coração também esfriou... Se não esfriou em seu coração, olhe ao seu redor, quantos com o amor frio... gelado... se é que não congelou.
Ninguém está feliz. Bem, tudo é bem relativo, pois a felicidade é um sentimento, que é brotado de acordo com ocasiões específicas... até aí tudo bem.
Mas nós, soldados de Cristo que estamos vivendo unicamente pela fé... Que aliás, que é como se deve viver.

Mas a fé sem obras é morta... por isso alguns continuam tentando prosseguir com a obra de Deus, mesmo com tantas dificuldades e obstáculos, mas continuam, persistem!
Mas no fundo, no íntimo do coração, o amor esfriou. Não a amor incondicional em nossos corações, a não ser em Deus... como sermos a imagem e semelhança do AMOR MAIS PURO E VERDADEIRO?

Ninguém é suficiente bom para ninguém, ninguém conhece ninguém, ninguém é sincero com ninguém... tudo fruto de interesses, ou aparências, ou estatus...

No meio evangélico? É!!! Exatamente! No meio evangélico também! Justamente aí, onde a palavra realmente está se cumprindo...

O que você deve fazer então?
A palavra sagrada nos ensina que Deus é amor. Se falta amor, falta Deus. Se Deus esfriou em sua vida, se amor esfriou em sua vida, é porque você está longe do braseiro. É uma brasa se apagando...
Se a comunhão do corpo de Cristo se reintegrar e se unir, ajuntar as brasas... o amor pode ser reaquecido, ou descongelado, e então, o espírito Santo de Deus poderá agir em nosso meio com fogo refinador e purificador, que nos traz a real imagem e semelhança de Deus! Seus olhos são como chama de fogo!!!

FOGO! FOGO! SOCORRO, FOGO!!! PRECISAMOS DE FOGO!!! SOCORRO! FOGO! FOGO! FOGO!

O povo de Deus, é o único povo que deve pedir socorro quando não há fogo... e se queimar nas labaredas com fortes, poderosas vivas chamas, para que nada impeça o fluir do Espírito Santo de Deus!
E preencha este vazio de ingratidão, nos aquecendo com seu AMOR INCONDICIONAL até transbordar. Oro porque creio, e trago a existência esta benção para Seu povo, pela fé, no nome pelo qual me foi dada autoridade neste mundo, que é acima de qualquer nome, Senhor Jesus Cristo de Nazaré!